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U2 relembra clássicos em ‘Songs of Surrender’ com 40 regravações inéditas

U2 prepara o lançamento de "Songs of Surrender", com novas versões de 40 clássicos, em 17 de março. Acompanhe as mudanças e a nova abordagem da banda.

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O U2 vai lançar um novo álbum chamado “Songs of Surrender” no dia 17 de março. Este álbum traz novas versões de 40 músicas da banda, com um estilo mais íntimo e letras diferentes. Os integrantes, que estão com 61 ou 62 anos, revisitam suas canções da juventude em Dublin. O guitarrista The Edge disse que a ideia surgiu porque muitos fãs escutam as músicas com fones de ouvido, e ele queria criar algo mais próximo. A gravação aconteceu durante a pandemia, e The Edge se divertiu reimaginando as canções, que agora têm menos guitarra elétrica e mais teclados e violão. Algumas letras mudaram, como em “Pride (In the Name of Love)”, onde uma frase foi alterada, e “Sunday Bloody Sunday” agora termina com uma pergunta sobre Jesus. O álbum inclui músicas de toda a carreira da banda, mas não tem faixas de dois álbuns específicos. The Edge pediu que os fãs ouçam as novas versões, sem compará-las com as originais. O U2 também planeja fazer shows em Las Vegas, mesmo sem o baterista Larry Mullen Jr., que está se recuperando de uma cirurgia. The Edge comentou que a continuidade da banda pode ser discutida se algum membro decidir sair, mas acredita que a força do U2 vem da colaboração entre eles.

U2 anuncia novo álbum com reinterpretações de clássicos

O U2, uma das bandas mais icônicas do rock, lançará Songs of Surrender em 17 de março. O álbum traz reinterpretações de 40 canções, com uma abordagem mais íntima e novas letras, refletindo a evolução musical do grupo.

Os integrantes, agora com 61 ou 62 anos, revisitam suas composições escritas na juventude em Dublin. O guitarrista The Edge comentou que a ideia surgiu ao perceber que muitos fãs escutariam as músicas por meio de fones de ouvido, em vez de ao vivo. Ele destacou que a intimidade nas novas versões poderia ser vista como uma forma de “punk rock”.

A gravação do álbum ocorreu durante a pandemia, com The Edge utilizando seu tempo em casa para reimaginar as canções. Ele explicou que o processo foi leve e divertido, sem um roteiro definido. A ausência da guitarra elétrica, uma marca registrada da banda, é notável nas novas versões, que priorizam teclados, violão e dulcimer.

Mudanças nas letras e arranjos também são evidentes. Em “Pride (In the Name of Love)”, a frase “um homem traído com um beijo” foi substituída por “um menino nunca será beijado”. Além disso, “Sunday Bloody Sunday” termina com a pergunta: “onde está a vitória que Jesus conquistou?”.

O álbum é uma coletânea democrática, abrangendo músicas de todo o catálogo do U2, mas não inclui faixas de October (1981) e No Line on the Horizon (2009). The Edge encoraja os fãs a ouvirem as novas versões, afirmando que não há competição entre elas e as originais.

O U2 também se prepara para uma série de shows em Las Vegas, mesmo sem o baterista Larry Mullen Jr., que se recupera de uma cirurgia. The Edge mencionou que a continuidade da banda pode ser discutida caso um dos membros decida se afastar. Ele acredita que a força do U2 reside na colaboração entre os integrantes, que se conheceram em um colégio em Dublin.

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