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Leah Ke Yi Zheng transforma sua trajetória de juíza em arte inovadora em Nova York

Artista Leah Ke Yi Zheng, ex-juíza, explora a fusão entre arte e dados em novas exposições em Nova York, Viena e Chicago.

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Leah Ke Yi Zheng, uma artista chinesa, começou sua carreira estudando pintura tradicional na China, mas decidiu se tornar juíza e se mudou para os EUA. Após desistir da faculdade de direito, ela se dedicou à arte e agora está colhendo os frutos dessa escolha. Recentemente, abriu sua segunda exposição solo em Nova York e está se preparando para mostras em Viena e Chicago. Suas obras exploram a relação entre arte e dados, misturando composições racionais com gestos mais instintivos. Zheng utiliza seda chinesa em vez de telas, criando pinturas com formas irregulares que desafiam a ideia tradicional de pintura. Ela acredita que cada marca em suas obras é autêntica e verdadeira, e busca reinventar a pintura tradicional ao combinar materiais antigos com influências modernas.

Leah Ke Yi Zheng, artista chinesa, abriu sua segunda exposição solo em Nova York em janeiro de 2025. A mostra, realizada na galeria Mendes Wood DM, destaca sua exploração da interseção entre arte e dados. Zheng, que abandonou a faculdade de direito nos Estados Unidos, agora se prepara para exposições em Viena e Chicago.

A artista, que cresceu estudando pintura tradicional na China, decidiu mudar de rumo após um período de reflexão. “Eu disse a mim mesma: ‘ou vou morrer, ou farei uma escolha que posso me comprometer’”, afirmou Zheng. Essa escolha a levou à School of the Art Institute of Chicago, onde começou a desenvolver sua carreira artística.

Zheng utiliza técnicas inovadoras em suas obras, como a aplicação de seda chinesa em vez de telas convencionais. Suas pinturas, frequentemente em formatos irregulares, desafiam a percepção tradicional da bidimensionalidade. “Meu trabalho busca reinventar a pintura tradicional chinesa”, disse a artista, que combina materiais antigos com influências da vanguarda ocidental.

As obras de Zheng, como “Untitled (fusée in its flesh)”, apresentam composições racionais e gestos instintivos. Ela explora a saturação de dados na vida contemporânea, buscando um espaço espiritual em meio a essa sobrecarga. “A capacidade espiritual que exploro interrompe esse ciclo de dados e informações”, concluiu.

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