O Rio de Janeiro enfrenta atrasos em vários projetos, como a duplicação da Serra de Petrópolis e o Teatro Villa-Lobos, que estão parados há anos. A Casa Geyer, antiga residência de Paulo e Maria Cecília Geyer, precisa de reformas para se tornar um museu, mas as obras foram interrompidas por falta de dinheiro. O neto do casal, Frank Geyer Abubakir, entrou com uma ação na Justiça pedindo que a União ajude a criar o museu. Ele afirma que a Casa Geyer é importante para a história do Brasil e para a cultura. As intervenções necessárias para o museu estão paradas desde 2024, e a situação gera expectativa sobre o futuro do projeto.
O Rio de Janeiro enfrenta atrasos significativos em projetos culturais e de infraestrutura, como a duplicação da Serra de Petrópolis e o Teatro Villa-Lobos, que estão paralisados há anos. A situação se agrava com a interrupção das obras na Casa Geyer, antiga residência de Paulo e Maria Cecília Geyer, que precisa de reformas para se tornar um museu.
As intervenções na Casa Geyer foram suspensas devido à falta de recursos. O neto do casal, Frank Geyer Abubakir, protocolou uma ação na Justiça solicitando que a União garanta a criação do museu. Na petição, ele destaca que a Casa Geyer “representa mais do que a vontade íntima de um casal de manutenção de um legado” e que o projeto é crucial para a “conservação memorial da história brasileira e ao acesso à arte e à cultura”.
As obras necessárias incluem adequações de acessibilidade, conformidade com as normas do Corpo de Bombeiros e instalação de sistemas de climatização. O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) é responsável pelas intervenções, que estão paralisadas desde 2024. Apesar do silêncio de alguns envolvidos, há indícios de que o processo pode avançar. A comunidade cultural aguarda desdobramentos sobre a situação da Casa Geyer.
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