O som automotivo será apresentado no CCBB RJ em um evento chamado Arranque!, que acontecerá de 17 a 19 de julho de 2025. A entrada será gratuita e a programação vai até as 4h da manhã, com 15 shows, exibições de filmes e debates sobre a cultura dos paredões automotivos. O festival anterior, Paredão Ocupa o Museu, teve mais de 3 mil visitantes por dia, e a expectativa para este novo evento é alta. Entre os artistas confirmados estão DJ Jeffdepl, DJ Meury e a rapper Emme Paixão. Além da música, o evento incluirá filmes que falam sobre o som automotivo, como o curta Fluxo, que discute a identidade da juventude periférica, e o documentário Terror Mandelão, que mostra a cena musical e a ascensão de artistas. O objetivo é entreter e promover discussões sobre a cultura dos paredões, que transforma carros em palcos de celebração, valorizando a cultura periférica e democratizando o acesso à arte.
Pela primeira vez, o som automotivo, que representa a celebração cultural nas periferias do Brasil, será apresentado no CCBB RJ. O evento, intitulado Arranque!, ocorrerá de 17 a 19 de julho de 2025, com entrada gratuita e uma programação que se estenderá até as 4h da manhã. Serão 15 shows, exibições de filmes e debates, todos focados na cultura dos paredões automotivos.
O festival anterior, Paredão Ocupa o Museu, atraiu mais de 3 mil pessoas por dia e a expectativa para esta nova edição é igualmente alta. Entre os artistas confirmados estão DJ Jeffdepl, DJ Meury e a rapper Emme Paixão. A programação musical promete ser um destaque, refletindo a diversidade e a riqueza cultural do som automotivo.
Programação Cultural
Além da música, o evento contará com uma seleção de filmes que exploram o som automotivo como uma força cultural e política. O curta Fluxo abordará o baile funk como um espaço de identidade para a juventude periférica de São Paulo. O documentário Terror Mandelão, de Felipe Larozza e GG Albuquerque, mostrará os bastidores da cena musical e a ascensão de artistas como DJ K, o Bruxo.
A iniciativa visa não apenas entreter, mas também promover um espaço de reflexão e debate sobre a cultura dos paredões, que transforma carros em palcos móveis de música e celebração. O evento promete ser um marco na valorização da cultura periférica e na democratização do acesso à arte.
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