A história de Juana Inés de la Cruz, uma importante figura do século XVII no México, será apresentada no teatro com o solo “E o resto é silêncio”, que estreia no dia 4 de julho no Teatro Glauce Rocha. Juana, conhecida como “A Décima Musa”, desafiou as normas de sua época, se vestindo de homem para estudar e mantendo um romance com a vice-rainha Leonor Carreto. Sua vida foi marcada pela luta pela educação das mulheres e pela repressão da Inquisição, que levou à retirada de seus livros e à sua prisão em um convento. O espetáculo, escrito por Júlio Kadetti e dirigido por Cristina Pereira, mostra como as mulheres eram silenciadas. Érica Collares, que interpreta Juana, destaca a relevância da obra no contexto atual de empoderamento feminino e acredita que a peça ajudará a transmitir as ideias de resistência e liberdade da escritora.
A história de Juana Inés de la Cruz, uma das figuras mais emblemáticas do século XVII no México, ganha vida no teatro. O solo “E o resto é silêncio”, dirigido por Cristina Pereira e estrelado por Érica Collares, estreia no dia 4 de julho no Teatro Glauce Rocha.
Juana Inés, conhecida como “A Décima Musa” e “Fênix da América”, desafiou normas sociais de sua época. Ela se vestiu de homem para estudar e teve um romance intenso com a vice-rainha Leonor Carreto. Sua trajetória foi marcada pela luta pela educação feminina, mas também pela repressão da Inquisição, que resultou na retirada de seus livros e em sua prisão em um convento carmelita.
O espetáculo, escrito por Júlio Kadetti, busca retratar um panorama da época em que as mulheres eram silenciadas. Cristina Pereira destaca que Érica Collares desempenha múltiplos papéis, atuando como narradora e personagem, o que enriquece a encenação. A diretora enfatiza a importância de trazer à tona a história de Juana, que, apesar de ter sido silenciada, deixou um legado de ideias libertárias.
Érica Collares, ao interpretar Juana, ressalta que a obra é relevante no atual contexto de empoderamento feminino e luta contra o machismo estrutural. Ela acredita que o espetáculo ajudará a transmitir as ideias de Juana, que, com sua inteligência, conseguiu escapar da fogueira da Inquisição. A expectativa é que o público se conecte com a história e a mensagem de resistência e liberdade da escritora.
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