- O Tate Modern, museu de arte contemporânea em Londres, está considerando vender os direitos de nomeação da Turbine Hall por £50 milhões.
- A proposta foi feita por Roland Rudd, presidente do conselho de curadores, para financiar o Tate Future Fund, que busca arrecadar £150 milhões até 2030.
- Rudd afirmou que a venda pode ajudar a garantir uma das maiores coleções de arte moderna e contemporânea britânica.
- Um porta-voz da rede de museus do Reino Unido destacou que o valor é hipotético e não confirmou a oferta de patrocínio.
- A Turbine Hall receberá uma instalação da artista Sámi, Máret Ánne Sara, no outono, como parte do foco do museu em arte indígena.
O Tate Modern, renomado museu de arte contemporânea em Londres, está considerando a venda dos direitos de nomeação da Turbine Hall por £50 milhões (aproximadamente R$ 68 milhões). A proposta, feita por Roland Rudd, presidente do conselho de curadores, visa financiar o Tate Future Fund, que busca arrecadar £150 milhões até 2030.
Em entrevista ao Telegraph, Rudd mencionou que a venda poderia ajudar a instituição a garantir uma das maiores coleções de arte moderna e contemporânea britânica. Além disso, ele sugeriu que oportunidades de nomeação poderiam se estender a curadorias e posições de direção. Um porta-voz da rede de museus do Reino Unido afirmou que o valor mencionado é hipotético e não confirmou se a Turbine Hall está sendo oferecida como uma oportunidade de patrocínio, destacando que a campanha de arrecadação está apenas começando.
A Turbine Hall é um espaço icônico para exposições de artistas vivos e, em março, o Tate Modern anunciou que a artista Sámi, Máret Ánne Sara, transformará o espaço no outono. Essa iniciativa segue o compromisso da diretora do museu, Karin Hindsbo, de dar maior ênfase à arte indígena. Rudd enfatizou que o objetivo do Future Fund é assegurar a presença de curadores de destaque em um mercado global competitivo.
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