- O remake de “Vale Tudo”, adaptado por Manuela Dias, não teve boa audiência e recebeu críticas negativas.
- Apesar disso, a novela gerou receitas comerciais significativas para a TV Globo, com acordos firmados com 16 marcas.
- Foram produzidos 76 comerciais que utilizam personagens e cenários da trama para promover produtos.
- A Globo inseriu uma agência fictícia na história, destacando marcas como Boticário, Zé Delivery e Corona.
- A quantidade de publicidade gerou polêmicas e comparações com o canal Polishop, mas trouxe resultados financeiros expressivos para a emissora.
Apesar de não ter conquistado o público, com baixa audiência e críticas, o remake de “Vale Tudo”, adaptado por Manuela Dias, tem gerado significativas receitas comerciais para a TV Globo. Desde sua estreia, a novela já firmou acordos com 16 marcas, resultando em 76 comerciais que utilizam personagens e cenários para promover produtos.
A estratégia de inserir publicidade na trama não é nova, mas a abordagem da Globo, que inclui uma agência fictícia dentro da história, tem chamado a atenção. Personagens aparecem frequentemente em situações que destacam produtos, como no caso de Celina, que faz *skincare* com itens do Boticário, ou Renato, que utiliza o aplicativo Zé Delivery para fazer pedidos.
Publicidade em Destaque
Entre os exemplos de publicidade, a Paramount Pictures fez uma campanha para o filme “Missão Impossível 8”, envolvendo a agência fictícia da novela. A marca de cerveja Corona também foi promovida, com uma cena onde Solange recebe um convite para um show de Lady Gaga, celebrando com a bebida.
Além disso, a Coca-Cola teve destaque em uma cena de comemoração após Raquel ganhar um reality show de culinária. A marca de carros BYD foi mencionada quando Solange decidiu comprar um veículo após uma campanha publicitária. Até mesmo o serviço Uber Moto foi explorado, com personagens anunciando a nova função de motorista.
Comparações e Polêmicas
A quantidade de publicidade gerada pela novela levou a comparações com o canal Polishop, conhecido por suas vendas diretas. A inserção de marcas na narrativa tem gerado polêmica, mas também resultados financeiros expressivos para a emissora. A Globo continua a explorar essa estratégia, mesmo diante da recepção morna do público.
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