- MC Hariel inaugurou a Zaori, sua produtora cultural em São Paulo, com um investimento de R$ 2,5 milhões.
- O espaço, aberto em 1º de julho, tem como objetivo apoiar artistas periféricos, oferecendo formação profissional e agenciamento de carreira.
- Hariel reinvestiu o advance recebido de sua gravadora, priorizando o desenvolvimento de novos talentos em vez de gastos pessoais.
- A Zaori é uma extensão da Xaolin Records, selo criado por Hariel, e selecionou três jovens para a primeira turma: Beatriz Hinário, MC Hack e KS.
- A estrutura da Zaori inclui agenciamento de shows, criação de conteúdo e formação sobre direitos autorais, visando a autonomia dos participantes na indústria musical.
MC Hariel inaugurou a Zaori, sua produtora cultural em São Paulo, com um investimento de R$ 2,5 milhões. O espaço, aberto em 1º de julho, visa apoiar artistas periféricos, oferecendo formação profissional e agenciamento de carreira.
O funkeiro, que se destacou no cenário musical desde 2014, decidiu reinvestir o advance recebido de sua gravadora em vez de gastar com luxos. “A minha Ferrari virou cimento e pedra”, afirmou Hariel, que busca criar um ambiente propício para talentos em início de carreira.
A Zaori é uma extensão do trabalho realizado pela Xaolin Records, selo fundado por Hariel para identificar e desenvolver novos artistas do funk, rap e trap. Após um processo seletivo com mais de 40 jovens, três foram escolhidos para a primeira turma: Beatriz Hinário, MC Hack e KS.
Hariel, que começou a compor aos 11 anos e trabalhou em diversos empregos antes do sucesso, destaca que seu foco não é apenas financeiro. “Não faço música por dinheiro. Se fosse por isso, já teria desistido”, disse. Ele se vê mais como artista do que como empresário, embora esteja se dedicando a aprender sobre gestão.
A estrutura da Zaori inclui agenciamento de shows, criação de conteúdo e formação sobre direitos autorais. O objetivo é garantir que os participantes compreendam a indústria musical e construam suas carreiras de forma autônoma. Hariel enfatiza que a Zaori não é apenas um estúdio, mas uma verdadeira escola de música periférica.
O funkeiro planeja expandir a produtora em etapas e, por enquanto, não tem sócios. Ele pretende abrir novas rodadas de investimento apenas quando a operação estiver consolidada. Além disso, já promove dinâmicas como campings femininos para incentivar a composição entre jovens artistas.
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