- Um grupo de artistas e líderes culturais, incluindo Joan Baez, Graham Nash e Sean Ono Lennon, lançou uma carta aberta sobre a ameaça nuclear.
- O documento foi publicado em veículos como The New York Times e Variety.
- A carta, intitulada “No More Hiroshimas, No More Nagasakis: Cultural Leaders for a Future Without Nuclear Weapons”, marca os oitenta anos dos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki.
- Os signatários expressam preocupação com o aumento do risco de uso de armas nucleares e se comprometem a usar suas plataformas para alertar sobre os perigos.
- A carta recebeu apoio de figuras políticas, incluindo os governadores de Hiroshima e Nagasaki e Ernest J. Moniz, ex-secretário de Energia dos Estados Unidos.
Um grupo de artistas e líderes culturais, incluindo Joan Baez, Graham Nash e Sean Ono Lennon, lançou uma carta aberta alertando sobre a crescente ameaça nuclear. O documento, publicado em veículos como *The New York Times* e *Variety*, destaca a iminente expiração de um tratado crucial em seis meses.
A carta, intitulada “No More Hiroshimas, No More Nagasakis: Cultural Leaders for a Future Without Nuclear Weapons”, recorda os 80 anos desde os bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, que resultaram na morte de centenas de milhares de pessoas. Os signatários expressam preocupação com o aumento do risco de uso de armas nucleares, tanto acidental quanto intencional, em um cenário global marcado por conflitos.
Os artistas se comprometem a utilizar suas vozes e plataformas para chamar a atenção para os perigos das armas nucleares e imaginar um futuro mais seguro. Entre os signatários estão nomes como Annie Lennox, Barbra Streisand e James Cameron, muitos dos quais têm um histórico de ativismo anti-nuclear. Graham Nash, por exemplo, foi um dos organizadores do evento No Nukes em 1979.
A carta também recebeu apoio de figuras políticas, como os governadores de Hiroshima e Nagasaki, além de Ernest J. Moniz, ex-secretário de Energia dos EUA. Moniz enfatizou que a possibilidade de um novo uso de armas nucleares está aumentando, alertando para a necessidade de uma ação coletiva para evitar uma catástrofe.
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