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Lexa clama por respeito à cultura da favela e pede mais apoio ao funk

Lexa e Kevin O Chris lançam "É Arte" e promovem #estudeofunk, valorizando a cultura do funk e formando novos talentos na dança e música

Lexa (Foto: Divulgação)
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  • Lexa lançou a música “É Arte” em parceria com Kevin O Chris.
  • A ação #estudeofunk foi promovida para ensinar dança e valorizar a cultura do funk.
  • O projeto já formou mais de 200 artistas, incluindo MCs, dançarinos e beatmakers.
  • Lexa destaca que o funk é uma forma de arte e resistência cultural, apesar do preconceito.
  • A iniciativa busca promover a valorização do gênero e a cultura periférica no Brasil.

Lexa lançou a música “É Arte” em parceria com Kevin O Chris e promoveu a ação #estudeofunk, que visa ensinar dança e valorizar a cultura do funk. O projeto destaca a importância da dança como forma de pertencimento e resistência cultural. Lexa enfatiza que o funk, apesar de ser um dos gêneros mais populares do Brasil, ainda enfrenta preconceitos.

A artista afirma: “O funk sempre foi marginalizado, mas é cultura, é arte, é resistência.” Ela ressalta que o gênero traduz a vida nas favelas e a força da juventude, clamando por respeito e valorização. A parceria com Kevin O Chris foi natural, com Lexa elogiando o toque único que ele trouxe à música. Kevin, conhecido por hits como “Vamos Pra Gaiola”, expressou entusiasmo ao trabalhar com Lexa, destacando a sinergia entre eles.

Ação #estudeofunk

O #estudeofunk é um programa de aceleração artística que já formou mais de 200 artistas, incluindo MCs, dançarinos e beatmakers. O projeto oferece aulas sobre o mercado musical, estrutura de estúdio e produção audiovisual, além de ter promovido lançamentos de álbuns e EPs. A iniciativa também ocupou importantes palcos do Rio de Janeiro, como a Fundição Progresso.

Lexa, uma das principais vozes femininas do funk, reafirma seu compromisso com a valorização do gênero. Para ela, o funk deve ser celebrado não apenas como um sucesso comercial, mas como uma forma de arte e um símbolo da identidade nacional. A ação representa um passo importante na luta contra a marginalização e na promoção da cultura periférica.

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