- Kamillà Karválho, rainha de bateria da Vizinha Faladeira, foi a primeira mulher trans a comandar uma bateria no Carnaval carioca, em 2023.
- Em 2026, ela fará o quarto reinado à frente da Ritmo Pioneiro, ampliando a presença da comunidade LGBTQIAPN+ no samba.
- A cantora destaca que LGBTQIAPN+ ganha protagonismo e até enredos no Carnaval, refletindo mudanças no cenário.
- Criada no Morro da Providência, no Rio, Kamillà começou a desfilar aos 14 anos pela Vizinha Faladeira e, em 2018, foi musa do Grupo Especial pelo Acadêmicos do Salgueiro.
Kamillà Karválho, rainha de bateria da Vizinha Faladeira, segue marcando história no Carnaval do Rio. Em 2026, assume o quarto reinado à frente da Ritmo Pioneiro, mantendo a presença da LGBTQIAPN+ no enredo e na bateria.
Desde 2023, ela foi a primeira mulher trans a comandar uma bateria no Carnaval carioca, abrindo espaço para mais participação de artistas trans no samba. A trajetória inclui passagem pelo Acadêmicos do Salgueiro, em 2018, como musa do Grupo Especial.
Kamillà é criada no Morro da Providência, na Zona Portuária. Iniciou os desfiles aos 14 anos pela Vizinha Faladeira e divide a vida entre o Rio e cidades como Londres e Paris, sem perder a conexão com o samba e a avenida.
Protagonismo LGBTQIAPN+ no Carnaval
Aos poucos, a comunidade ganha protagonismo e temas de enredo passam a abordar representatividade na folia. A sambista afirma que a aceitação vem de ações concretas, respeito pela história do samba e entrega total aos desfiles.
A cada ano, Kamillà reforça o compromisso com a diversidade, mesmo com agenda internacional. Ela mantém relação próxima com a escola e destaca a importância de manter o Carnaval como espaço de pluralidade e referência cultural.
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