- Flor Gil, 17 anos, vive nos Estados Unidos e divide o tempo entre o ensino médio e a carreira musical.
- Ela destaca que estudar música nos EUA tem sido fundamental para a educação artística e que, no Brasil, o peso do sobrenome é maior, mas a percepção muda quando as pessoas a conhecem pela música.
- Flor relembra a tia Preta Gil (1974–2025), que morreu nos EUA durante tratamento contra o câncer, e diz que a tia a inspirou na carreira e na forma de lidar com a vida e a música.
- Ela revela a ideia de transformar as cinzas da tia em diamantes; a família decidiu fazer diamantes para quem quisesse, mantendo parte das cinzas em um lugar que represente Preta.
- No ano passado, Flor lançou o álbum Cinema Love e, no fim de 2025, o EP Melíflua, que revisita clássicos de Tom Jobim e Caetano Veloso, além de um tema de Gilberto Gil.
Flor Gil, aos 17 anos, divide-se entre o ensino médio nos Estados Unidos e a carreira musical. A jovem brasileira atua como backing vocal de seu avô, Gilberto Gil, e carrega a influência da tia Preta Gil, falecida em 2025, como referência de aprendizado e presença histórica na família.
A cantora está estudando em uma escola de música nos EUA, onde afirma estar imersa na prática musical. Ela diz sentir o peso do sobrenome no Brasil, mas destaca que a percepção muda quando o público conhece a trajetória da família pela música.
Mesmo jovem, Flor demonstra confiança nos palcos. Filha da chef Bela Gil, reforça que a formação inclui experiências com o avô e com a tia, cujas trajetórias moldaram seu jeito de lidar com amor, trabalho, compaixão e perda. A família é considerada base importante.
Sobre a tia Preta Gil, Flor relembra a inspiração que recebia desde a infância e a importância de viver momentos com ela. Ela lembra de festas marcantes e da influência da artista na música brasileira, mantendo a memória como motivação contínua.
Flor comenta a ideia de transformar as cinzas da tia em diamantes, como testemunho de lembrança. A família optou por manter parte das cinzas em um local que represente Preta, enquanto um diamante pode ser feito para quem desejar.
No campo musical, Flor lançou o disco Cinema Love no início de 2025, com faixas em inglês e português. No fim do ano, chegou o EP Melíflua, revisitando clássicos da MPB de seu avô, Tom Jobim e Caetano Veloso, explorando a brasilidade.
Ela revela que Melíflua traz uma voz mais crua aliada a uma sonoridade sofisticada, com violão de Gilberto Gil e remete a canções que acompanham sua vida. O EP inclui releituras de Duplo Sentido, de Gil, além de Corcovado, Dindi e Avarandado.
A jovem destaca o retorno às raízes após o primeiro disco, visto como uma oportunidade de explorar nuances da voz. O repertório traz faixas atemporais e a oportunidade de apresentar um lado ainda não muito visto de sua musicalidade.
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