- O Dalai Lama foi indicado ao Grammy 2026 na categoria Best Audio Book, Narration, and Storytelling Recording com o álbum Meditation: The Reflections Of His Holiness The Dalai Lama, disputando com nomes como Fab Morvan, Ketanji Brown Jackson, Trevor Noah e Kathy Garver.
- O projeto mistura influências da música clássical indiana e mensagens do líder sobre mindfulness, harmonia e saúde, gravadas ao longo de seus 75 anos de trajetória.
- O produtor Kabir Sehgal afirma que o álbum reúne colaborações com Rufus Wainwright, Maggie Rogers e Andra Day; Ayaan Ali Bangash tocou sarod e Amaan Ali Bangash participa em várias faixas.
- O lançamento ocorreu em agosto de 2025, pouco mais de dois meses após o aniversário de 90 anos do Dalai Lama, e o projeto contou com a bênção de sua equipe.
- O Dalai Lama permanece exilado desde 1959 e há controvérsias sobre a próxima liderança, com a China expressando interesse em influenciar o pleito; a indicação busca ampliar a divulgação de sua mensagem de paz e compaixão.
O Dalai Lama foi indicado ao Grammy na categoria Livro de áudio, Narração e Contação de História, pelo álbum Meditations: The Reflections Of His Holiness The Dalai Lama. A obra celebra a filosofia de paz e compaixão do líder tibetano, com colaborações musicais de Hindustani clássica.
O projeto é produzido por Kabir Sehgal, com a participação de Ayaan Ali Bangash e Amaan Ali Bangash, da família Bangash, reconhecida por tocar sarod. Participantes convidados incluem Rufus Wainwright, Maggie Rogers e Andra Day. A ideia foi unir música e ensinamentos do Dalai Lama.
A gravação foi lançada em agosto de 2025, pouco antes de completar 90 anos, e está concorrendo contra Fab Morvan, de Milli Vanilli, a Suprema Corte dos EUA Ketanji Brown Jackson, Trevor Noah e a atriz Kathy Garver. A obra busca ampliar o alcance da mensagem do líder.
Segundo Sehgal, o disco reúne influências indianas com referências globais para refletir os temas universais do Dalai Lama, como amor, paz e compaixão. Ele indica ter ouvido mais de 100 horas de falas para compor as 10 faixas.
Ayman Ali Bangash, sarodista da sétima geração da família Bangash, destaca que o projeto teve a bênção da equipe do Dalai Lama. A música é apresentada como continuidade de encontros entre o líder e artistas ao longo de décadas.
A produção inclui a participação direta do escritório do Dalai Lama, que apoiou o lançamento e enfatizou a divulgação de sua mensagem para uma audiência mais ampla, especialmente entre jovens. A gravadora não divulgou detalhes de contratos.
O Dalai Lama, prêmio Nobel da Paz, continua envolvido em debates sobre sucessão e autonomia do governo tibetano no exílio, temas que ganharam nova relevância com o lançamento do álbum. A expectativa é que a indicação aumente a visibilidade de sua visão humanista.
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