- Documentário The Trial, da Channel 4, apresenta áudios inéditos de Michael Jackson sobre crianças, destacando que elas se encantavam pela sua personalidade e queriam tocá-lo e abraçá-lo.
- As gravações integram uma série de quatro episódios da Wonderhood Studios que revisita a absolvição do cantor em 2005, após julgamento por acusações de abuso sexual de menor.
- O trailer do programa traz Jackson dizendo que “crianças… querem tocar e abraçar comigo” e que isso, às vezes, o colocava em apuros.
- Uma das falas, divulgadas pelo New York Post, seria de Jackson sobre não ver mais uma criança: “eu iria me matar”, segundo a reportagem.
- A produção afirma buscar perguntas profundas sobre fama, raça e o sistema de justiça dos Estados Unidos, indo além do que cercou o caso na imprensa.
Michael Jackson aparece em áudio inédito que integra novo documentário sobre o caso de 2005. O material revela pensamentos do cantor sobre crianças, em gravações utilizadas na série The Trial. Wonderhood Studios reúne os áudios.
O filme examina a sua absolvição em um julgamento na Califórnia, após 14 semanas de processo envolvendo acusações de abuso sexual de menores. A produção é veiculada pelo Channel 4 e estreia nesta semana.
Segundo o material, Jackson afirmava que crianças se encantavam pela sua personalidade e queriam tocar e abraçar o astro, o que, segundo ele, às vezes o colocava em situação delicada.
Conteúdo e desdobramentos
Relatos citados indicam ainda que algumas falas foram consideradas sem precedentes por quem comenta o material. A NY Post destacou outra observação ameaçadora atribuída ao artista nos trechos.
O documentário The Trial propõe ir além do cenário midiático da absolvição e levantar questões sobre fama, raça e sistema de justiça norte-americano. A narrativa acompanha o contexto do caso de Neverland.
A acusação original, proferida a partir de um telefilme britânico de 2003, envolvia abuso, fornecimento de álcool a menor e cativeiro de uma criança. O júri considerou Jackson inocente em 13 de junho de 2005.
A vida do cantor encerrou-se em 2009, aos 50 anos, por intoxicação aguda de propofol. O médico Conrad Murray foi condenado por homicídio culposo e cumpriu parte da pena em prisão.
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