- O YouTube Music passou a colocar as letras atrás de paywall, restringindo o acesso para contas gratuitas.
- Contas gratuitas passam a ver as letras limitadas a até cinco músicas por mês, segundo relatos.
- Após atingir o limite, apenas as primeiras linhas aparecem; o restante fica embaçado e aparece o banner “Desbloquear letras com Premium”.
- O recurso de letras já vinha sendo testado para usuários Premium desde setembro e parece estar em expansão para mais usuários.
- A Google ainda não confirmou oficialmente a contagem, mas veículos especializados acompanham o rollout.
Desde setembro, o YouTube Music passou a testar letras de músicas apenas para assinantes Premium, segundo relatos. A mudança veio a público com usuários de contas gratuitas recebendo indicação de desbloqueio mediante assinatura.
Agora, sinais indicam uma expansão dessa limitação. Relatos de usuários e veículos de imprensa apontam que letras gratuitas passam a ter acesso restrito a apenas cinco conteúdos por mês. O restante fica com trechos ocultos.
Quando o usuário ultrapassa o limite, apenas as primeiras linhas ficam visíveis. O restante permanece oculto e é exibida a mensagem de desbloqueio com a assinatura Premium. Um banner com contagem regressiva aparece ao abrir a aba.
O YouTube Music não confirmou formalmente o alcance da medida, mas alguns veículos indicam um rollout mais amplo. A empresa não detalhou critérios de elegibilidade ou o número exato de músicas com acesso limitado.
Detalhes e contexto
Segundo relatos, a limitação aparece de forma gradual, variando por região e conta. A prática já havia sido testada em setembro, em versão de teste para usuários Premium, antes de chegar a mais usuários gratuitos.
Especialistas apontam que a mudança alinha o YouTube Music a modelos de paywall comuns em serviços de streaming de áudio. A Google não informou se haverá exceções ou planos de reajuste.
Fontes consultadas indicam que a empresa está avaliando respostas de usuários e impacto no engajamento, sem previsão de abandono ou reversão da medida. Comentários oficiais sobre o tema ainda não foram divulgados.
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