- Rodrigo Maranhão, fundador do Bangalafumenga em 1998, participou ativamente da reinvenção do carnaval de rua no Rio de Janeiro.
- No início deste ano, lançou o sexto álbum, O Amor e o Tempo, com dez faixas e produção de João Viana.
- O disco tem participações de Mart’nália e Chico Chico, além de duetos com artistas da sua geração, como Gabriel Moura, João Cavalcanti, Moyseis Marques, Zé Paulo Becker e Pretinho da Serrinha.
- Maranhão destaca que a geração de artistas da cidade viveu um período de transição na indústria fonográfica, o que levou a apostar mais na atuação na rua.
- O músico afirma que o álbum representa um retorno ao disco autoral, após uma fase em que se dedicou a outros formatos, mantendo o samba presente em sua vida.
Rodrigo Maranhão, cantor, compositor e instrumentista, lançou no início deste ano o sexto álbum de estúdio, intitulado O Amor e o Tempo. O trabalho reforça o domínio dele na arte de compor, já gravado por artistas como Zélia Duncan e Roberta Sá.
Maranhão mostra sua relação com o carnaval de rua do Rio de Janeiro, que ajudou a definir o cenário musical da cidade na década de 1990. Em 1998, ele criou o Bangalafumenga, bloco que ganhou destaque no renascimento dos desfiles de rua.
A trajetória dele se cruza com nomes da nova geração da MPB, entre eles Teresa Cristina, Nilze Carvalho e Pedro Miranda. O músico aponta uma transição da indústria fonográfica que impactou a forma de atuar na música.
No álbum, o compositor utiliza 10 faixas com participação de Mart’nália e Chico Chico. Há colaborações com artistas da sua geração, como Gabriel Moura, João Cavalcanti, Moyseis Marques, Zé Paulo Becker e Pretinho da Serrinha, que também cuida da percussão.
Maranhão descreve o disco como um retorno ao formato autoral, marcado por uma fase mais madura da sua produção. A produção ficou a cargo de João Viana e o samba aparece de maneira presente, sem soar como raiz tradicionais.
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