- Le Palace, icônico clube de Paris, deve reabrir no início de 2027, revitalizando o histórico espaço da Rue du Faubourg Montmartre.
- O empresário Mickael Chétrit comprou o prédio no ano passado e pretende manter a essência do local, mantendo o nome e a memória do que aconteceu ali.
- O projeto prevê um clube no subsolo e um espaço de teatro/concerto com capacidade de até 1.400 pessoas, com restauração de elementos históricos, como um grande afresco do prédio de 1912.
- A reforma segue regras de proteção do patrimônio, exigindo que obras sejam feitas por profissionais e empresas específicas designadas, para conservar o legado da casa.
- O designer Jacques Garcia comanda o projeto de interior, buscando manter o espírito do Le Palace e exibir filmes, fotos e imagens de artistas que frequentavam o espaço na década de setenta e oitenta.
Le Palace, icônico boate de Paris, será reaberta no início de 2027 após meses de obras. O projeto é assinado pelo produtor Mickael Chétrit, que adquiriu o prédio histórico no ano passado. A revitalização busca devolver o espírito da casa da década de 1970.
A casa ficou famosa por receber artistas como Grace Jones, Serge Gainsbourg, Prince e Mick Jagger. Em seus primeiros anos, o local atraía celebridades, políticos e criadores, que buscavam um ambiente de performances ousadas e estilos variados.
Após enfrentar queda de movimento e fechamento temporário em 1982, Le Palace teve várias fases até encerrar definitivamente em 2023. O prédio passou por saques e deterioração, deixando apenas a memória de uma era dormente.
Renovação e preservação
O novo proprietário planeja um espaço com até 1.400 pessoas, combinando nightclub no subsolo e um teatro-concerto. As obras visam manter a identidade histórica sem renunciar à modernidade.
O projeto é supervisionado por arquitetos oficiais para preservar elementos de patrimônio. O designer Jacques Garcia participa da revitalização, buscando preservar o aura de glamour da casa.
Le Palace contará com vídeos e imagens históricas em telas, para contextualizar quem não viveu aqueles anos. A proposta é manter o nome e a memória do local, sem criar um clone, segundo o investidor.
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