- Marcelo Pretto, conhecido como Mitsu, faleceu na madrugada de domingo, aos 58 anos, no Hospital Alvorada, em São Paulo, vítima de diabetes avançada.
- Era figura central do Barbatuques, grupo paulistano criado em 1995 que utiliza o corpo como instrumento musical.
- Pretto ingressou no Barbatuques em 1999 e também integrou o grupo A Barca por mais de quinze anos, dedicando-se à pesquisa da música brasileira.
- Ao longo da carreira, participou de mais de cinquenta álbuns de diversos artistas, atuando em palcos no Brasil e no exterior.
- Em nota, o Barbatuques ressaltou o legado artístico de Pretto, destacando sua versatilidade vocal e a pesquisa sobre manifestações culturais populares.
Marcelo Pretto, conhecido como Mitsu, morreu na madrugada deste domingo aos 58 anos, em São Paulo. Ele estava internado no Hospital Alvorada e enfrentava diabetes avançada, que levou às complicações que o tiraram da vida.
Integrante do Barbatuques desde 1999, Pretto foi figura central na proposta de percussão corporal do grupo paulista, criado em 1995. Além do Barbatuques, também integrou a banda A Barca por mais de 15 anos, dedicando-se à pesquisa da música brasileira.
Ao longo da carreira, o percussionista colaborou em mais de 50 álbuns e participou de palcos nacionais e internacionais, promovendo a música popular brasileira por meio do corpo como instrumento.
Legado e atuação
Pretto ficou conhecido pela versatilidade vocal e pela presença de palco. A trajetória dele atravessa projetos de pesquisa e manifestações culturais populares, fortalecendo a identidade sonora brasileira segundo a imprensa especializada.
O Barbatuques divulgou, na manhã deste domingo, uma nota reconhecendo o legado artístico de Pretto e destacando sua contribuição para a pesquisa musical e o intercâmbio cultural no Brasil.
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