- Lívia Mattos, acordeonista baiana, começou no circo há cerca de 20 anos e hoje atua na carreira solo com shows globais.
- Em entrevista à CartaCapital, ela afirma que tocar sanfona vai além do forró e representa resistência em um universo machista.
- Seus discos autorais são Vinha da Ida (2017), Apneia (2022) e Verve (2025), este último consolidando o formato de trio.
- Em Verve, a sanfona é acompanhada pela tuba de Jefferson Babu e pela bateria de Rafael dos Santos, com faixas instrumentais e cantadas.
- A agenda internacional inclui festivais no Senegal neste mês e apresentações na Europa em julho e novembro.
Lívia Mattos, acordeonista baiana, se destaca ao unir circo, forró e experimentação na sua trajetória. Há cerca de 20 anos iniciou tocando sob lona e carrega essa origem para a sua leitura musical atual. A influência do circo é apontada como motor criativo.
A artista descreve, em entrevista à CartaCapital, que a sanfona vai além do forró e se conecta a novas sonoridades. Para ela, tocar sanfona em um cenário competitivo é uma forma de resistência, especialmente por ser um instrumento associado a um universo masculino.
Ao longo da carreira, Lívia gravou discos autorais e ampliou a presença internacional. O primeiro trabalho, Vinha da Ida, saiu em 2017, seguido por Apneia, em 2022, e Verve, em 2025, que consolida o formato de trio. O público acompanha a evolução dos Arranjos.
Discografia e linguagem musical
Verve consolida a sanfona com a tuba de Jefferson Babu e a bateria de Rafael dos Santos, com faixas instrumentais e vocais. A notícia aponta uma estética que reflete as raízes e amplia o alcance global da sanfoneira.
Essa abordagem abriu portas para festivais no exterior, com participação prevista em eventos no Senegal neste mês e shows na Europa em julho e novembro. O percurso internacional ressalta a busca por encontros entre culturas diferentes por meio da música.
Visibilidade internacional
A agenda internacional de Lívia Mattos evidencia a atuação de uma sanfoneira brasileira em constante transformação. O estilo de trio e a fusão de timbres reforçam a proposta de edição musical contemporânea.
A carreira solo permanece marcada pela experimentação e pela circulação em palcos de palcos diversos, mantendo o foco na qualidade técnica e na expressão autoral da artista.
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