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Cinco adolescentes da Nova Zelândia alcançam fama nas batidas

Quinteto de Tauranga viraliza com drumming em balde, supera um milhão de seguidores e cem milhões de visualizações, expandindo shows e planos de ensinar a técnica

The Beat Street Drummers practising in Tauranga, New Zealand: left to right, Lucas Shepherd, Tristan Sparks, Elliot Laurie, Daniel Moore and Noah Stuart.
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  • Beat Street Drummers, quinteto de Tauranga, Nova Zelândia, ganhou fama viral com vídeos de percussão em baldes plásticos laranja, fazendo covers de músicas populares.
  • Desde março de 2025, o grupo acumula mais de um milhão de seguidores e mais de 100 milhões de visualizações.
  • Integrantes: Elliot Laurie, 14; Tristan Sparks, 15; Daniel Moore, 17; Noah Stuart, 18; Lucas Shepherd, 18; todos se conheceram nas aulas de música da escola há anos.
  • Usam baldes de Mitre 10 que custam NZ$ 10 e realizam performances com coordenação de palhetas e batidas entre baldes.
  • Já tocaram em festivais e eventos, incluindo um jogo de rugby dos Chiefs, e pretendem ensinar a técnica a outros e colaborar com artistas.

Do quinteto Beat Street Drummers, cinco adolescentes de Tauranga, Nova Zelândia, a partir de canecas de plástico laranjas, surgiram como sensação mundial ao publicar vídeos de percussão em palhetas improvisadas. Os shows são gravados em galpões de fazenda, esquinas ou lojas de ferragens, com cores chamativas que destacam as performances.

Desde março de 2025, os vídeos com batidas sincronizadas ganharam impulso nas redes, acumulando mais de 1 milhão de seguidores e ultrapassando 100 milhões de visualizações. O grupo tornou-se alvo de convites para festivais e eventos, além de pedidos para participar de concursos de talentos.

Protagonistas e alcance

O elenco é formado por Elliot Laurie, 14, Tristan Sparks, 15, Daniel Moore, 17, Noah Stuart e Lucas Shepherd, ambos com 18 anos. Os jovens se conheceram em aulas de música na escola há anos e formaram o quinteto há cerca de cinco anos, movidos pela paixão por tocar com baldes.

Eles tocam com baldes de plástico que produzem timbres únicos em comparação aos tambores convencionais, o que ajuda a criar um visual dinâmico nas redes. As performances combinam improvisação com covers de hits de diversos estilos.

Técnica, influência e planos

Entre os poucos momentos de maior visibilidade está a adaptação de uma faixa de Sigma e Paloma Faith, cuja versão ganhou destaque nas redes e contou com apoio de Sigma nos comentários. A apresentação envolve giro de baquetas, arremessos aéreos e perfeita coordenação entre os baldes.

A agenda de shows inclui apresentações em festivais, partidas de rugby e eventos com público ao vivo. Os integrantes dividem o desafio de conciliar prática, escola e esportes, treinando em sessões semanais. O grupo planeja expandir para eventos internacionais.

O que desejam levar adiante

Os jovens pretendem transmitir o improviso e a técnica ensinando outras pessoas a tocar com baldes. A ideia é tornar o instrumento acessível, com materiais simples e custos baixos, usando o próprio comércio local como referência. O objetivo é ampliar o alcance a nível comunitário.

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