- Peter Frampton, 76 anos, foi diagnosticado com inclusion body myositis (IBM), uma doença muscular rara e progressiva.
- A condição provoca fraqueza muscular lenta, inflamação e afeta principalmente dedos, pulsos e quadríceps; não há cura, mas fisioterapia pode atrasar os sintomas.
- O músico usa bengala e ferramentas de apoio em casa e já adaptou a forma de tocar guitarra; em entrevista à Page Six, ele diz manter uma visão positiva.
- Em 15 de maio, ele lançou o 19º álbum solo, Carry The Light, coescrito e produzido com o filho Julian e com participações de Sheryl Crow, H.E.R., Tom Morello e Graham Nash; ele encerrou uma turnê no ano anterior.
- Documentário Frampton estreia no Tribeca Festival, dirigido pelo próprio líder de sua banda, Rob Arthur, e relembra o sucesso de Frampton Comes Alive, lançado há cinquenta anos.
Peter Frampton, 76, confirmou à Page Six ter sido diagnosticado com uma doença muscular degenerativa rara chamada Inclusion Body Myositis (IBM). A condição causa enfraquecimento muscular progressivo, especialmente nos dedos, pulsos e quadríceps.
O músico descreve a situação com otimismo, adotando recursos como bengala e alça de apoio em casa. Ele afirmou que o diagnóstico mudou a forma como encara a vida, mantendo-se positivo e centrado em atos de gentileza.
Frampton encerrou uma turnê no ano passado e lançou o 19º álbum solo, Carry The Light, em 15 de maio. O disco foi coescrito e produzido com o filho Julian, com participações de Sheryl Crow, H.E.R., Tom Morello e Graham Nash.
IBM e impacto na prática musical
A IBM é descrita pela Cleveland Clinic como uma doença lenta e inflamatória que prejudica músculos. Não há cura, e a reabilitação física ajuda a retardar os sintomas. O guitarrista já ajusta a forma de tocar.
Carreira recente e parcerias
Mesmo diante da doença, Frampton continua ativo. O álbum Carry The Light consolida parceria com Julian Frampton, preservando o papel de colaborador em novidades da carreira.
Documentário e legado
Um documentário intitulado Frampton estreia no Tribeca Festival, dirigido pelo próprio ex-líder da banda, Rob Arthur. O filme utiliza imagens de arquivo e entrevistas para mapear a trajetória do artista.
Contexto histórico e vida pessoal
Frampton celebrou datas marcantes da carreira, incluindo o sucesso de Frampton Comes Alive! há meio século. Ele mantém vínculos próximos com os filhos, Juliana, Jade e Mia, destacando uma relação familiar estável.
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