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Cenas de ‘Dias perfeitos’ são alteradas por sugestão de psicanalista paraplégica

Série "Dias Perfeitos" promove representação autêntica da deficiência e ajusta enredo após consultoria especializada para evitar estereótipos

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  • A série “Dias Perfeitos”, disponível no Globoplay, é uma adaptação do livro de Raphael Montes.
  • Debora Bloch interpreta Patrícia, uma mulher paraplégica.
  • Mudanças foram implementadas após consultoria da psicanalista Maria Paula Teperino para evitar estereótipos sobre pessoas com deficiência.
  • A relação entre Patrícia e seu filho Téo, estudante de Medicina, foi ajustada, assim como a forma como a deficiência é retratada na trama.
  • A série busca uma representação mais autêntica da vida de pessoas com deficiência, evitando clichês e promovendo uma narrativa sensível.

A série “Dias Perfeitos”, disponível no Globoplay, traz Debora Bloch no papel de Patrícia, uma mulher paraplégica. A produção, adaptada do livro de Raphael Montes, passou por mudanças significativas após consultoria da psicanalista Maria Paula Teperino.

As alterações foram feitas para evitar estereótipos sobre pessoas com deficiência. Teperino sugeriu, por exemplo, que uma cena em que Patrícia pede ajuda ao filho, Téo (Jaffar Bambirra), fosse reformulada. Ela destacou que a situação retratada não condizia com a realidade, onde muitas vezes motoristas desistem de ajudar ao verem uma cadeira de rodas. Além disso, a consultora opinou sobre a morte da personagem, enfatizando que deveria ocorrer de forma natural, sem que a deficiência influenciasse o desfecho.

A trama, que também aborda a relação complexa entre mãe e filho, foi adaptada por Claudia Jouvin. Téo, estudante de Medicina, acredita que seu pai causou um acidente fatal, resultando na paraplegia de Patrícia. A equipe de produção, incluindo a diretora Joana Jabace, buscou criar uma representação mais autêntica das pessoas com deficiência, evitando a ideia de que a deficiência seria um castigo ou que a personagem voltaria a andar magicamente.

Teperino também colaborou na disposição dos cenários, garantindo que refletissem a realidade de pessoas com deficiência. Debora Bloch participou ativamente, ajustando seus movimentos para que fossem realistas e respeitosos com a condição da personagem. A série, portanto, se propõe a apresentar uma narrativa mais sensível e verdadeira sobre a vida de pessoas com deficiência.

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