- Vera Drew é a nova Joker no filme *The People’s Joker*, uma paródia que aborda identidade de gênero e crítica social, sem autorização da Warner Bros.
- O filme explora temas como fascismo e a busca por identidade em um contexto de opressão.
- Drew, uma mulher trans, enfrentou ameaças legais da Warner antes do lançamento, mas decidiu manter sua visão criativa.
- A narrativa apresenta uma Joker aspirante a comediante em Gotham, que lida com relacionamentos tóxicos e encontra apoio em vilões conhecidos.
- Após a exibição no Toronto Film Festival em 2022, a Warner enviou uma carta proibindo novas exibições, mas Drew optou por não ceder à pressão.
Vera Drew se destaca como a nova Joker em *The People’s Joker*, uma paródia que explora identidade de gênero e crítica social, sem a autorização da Warner Bros. O filme, que estreia em um contexto de crescente opressão, aborda temas como fascismo e a busca por identidade.
Drew, uma mulher trans, enfrentou ameaças legais da Warner antes do lançamento, mas decidiu manter sua visão criativa. A diretora e roteirista revelou que nunca imaginou que seu filme seria visto por mais do que “cinco amigos em um porão”. A obra, que mistura comédia e crítica, reflete sua própria jornada de descoberta de identidade, iniciada quando assistiu a *Batman Forever* aos seis anos.
A narrativa apresenta uma Joker que é uma aspirante a comediante em Gotham, lutando contra um Batman retratado como um abusador sexual. A personagem de Drew encontra apoio em uma comunidade de vilões, como o Pinguim e o Charada, enquanto navega por relacionamentos tóxicos. “O People’s Joker é um filme que exige uma mente aberta,” afirma Drew, ressaltando que a arte não precisa ter apelo de massa.
Após a primeira exibição no Toronto Film Festival em 2022, a Warner enviou uma carta proibindo novas exibições. Um ano depois, a pressão aumentou, mas Drew decidiu não ceder. “Eles queriam me intimidar,” disse, destacando que a Warner estava preocupada com a concorrência de *Joker 2*, programado para 2024.
O filme, que utiliza técnicas de animação e maquetes, é descrito por Drew como uma história de amor entre mãe e filha, refletindo sobre a busca por família na vida adulta. A produção também critica a cultura contemporânea, incluindo guerras culturais e desinformação. Drew, que trabalhou com comediantes renomados, afirma que sua obra é uma forma de resistência e empoderamento, desafiando as normas do cinema mainstream.
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