- Resurrection traz uma tomada única de trinta minutos sem cortes, acompanhando a última dia de 1999 para 2000, com dois amantes que fogem e viram vampiros.
- O diretor Bi Gan, conhecido por longas tomadas, usa esse recurso para mostrar o tempo de forma contínua e real.
- A produção envolveu scouting de locais, um mês de ensaios, uso de 3D e extras; foram realizados três takes, sem falhas visíveis.
- A cena nasceu a partir do romance UFO, adaptado para o filme, com planejamento cuidadoso de linguagem cinematográfica e espaço.
- Resurrection está em exibição em salas selecionadas no momento.
A cineasta Bi Gan apresenta Resurrection, um filme que utiliza uma única tomada ininterrupta para acompanhar o último dia de 1999 para 2000. A narrativa acompanha o desfecho dos protagonistas que fogem juntos e se transformam em vampiros, em um marco visual do cinema contemporâneo.
A produção envolveu scouting de locações, um mês de ensaios e o uso de tecnologia 3D. Foram empregados também atores extras para compor cenas contínuas, com três tomadas concluídas sem falhas perceptíveis.
Resumo do formato: a cena central ocorre em um dia que cruza o calendário, com a transição para o novo milênio. A escolha de uma única tomada foi apresentada como o meio mais fiel para retratar a passagem do tempo e a evolução dos personagens.
Detalhes da produção
- Localização e logística: espaços com ferrovias, docas e ambientes como bares de karaokê e hospitais foram explorados para sustentar a longa tomada.
- Ensaio e equipe: um mês de preparação, com atuação noturna dos artistas e treinamento de operação de barco, além de trabalho com a direção de fotografia e design de arte.
- Execução técnica: três takes foram filmados, sendo o último considerado a versão final por apresentar a continuidade sem falhas detectáveis.
- Distribuição: Resurrection está em estreias seletivas de cinemas.
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