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The Last of Us: o que causou o fim do mundo?

Até maio de 2025, não há cura confirmada; Ellie, imune à mordida, é chave para possível antídoto, guiando novos desdobramentos e a próxima temporada

Pedro Pascal como Joel na série The Last of Us
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  • A pandemia em The Last of Us é causada por Ophiocordyceps unilateralis, que mutou para infectar humanos, com origens em 2013 via alimentos contaminados.
  • Em poucos meses, cerca de sessenta por cento da população global ficou contaminada ou morta, levando ao colapso social.
  • A transmissão ocorre principalmente pela mordida de infectados; os infectados podem demonstrar agressividade e comportamento cannibalístico.
  • Até maio de 2025 não havia cura ou vacina confirmada; Ellie, imune à mordida, é vista como potential caminho para um antídoto.
  • A série já confirmou uma terceira temporada, com foco em novas missões e consequências para Joel e Ellie.

O universo de The Last of Us é apresentado como um mundo pós-pandêmico causado por uma mutação do fungo Ophiocordyceps unilateralis. A origem remonta a 2013, via alimentos contaminados, e resultou em grandes perdas, com cerca de 60% da população afetada ou morta. A transmissão ocorre principalmente por mordidas de infectados.

Os protagonistas são Joel Miller, um contrabandista vivido por Pedro Pascal, e a jovem Ellie Williams, interpretada por Bella Ramsey. A dupla busca sobrevivência diante de monstros canibalísticos que surgiram a partir da infecção, em um cenário sem cura anunciada até o fim da segunda temporada.

Segundo o material, a pandemia se instalou nove anos antes dos eventos mostrados, em 2013. A contaminação atinge principalmente seres humanos quando o fungo evolui para parasitar o corpo, provocando perda de visão, agressividade e deformações.

A forma de disseminação mais comum na narrativa é a mordida de infectados, especialmente nos estágios avançados. Ambientes abertos reduzem o risco de contágio aéreo, tornando a transmissão por ar menos provável no cotidiano.

Até maio de 2025, não há cura confirmada nem vacina disponível. Ellie, imune à mordida, é vista como potencial fonte de antídoto, o que orienta desdobramentos futuros da história e a expectativa de novos capítulos.

Projeções para a terceira temporada

A produção sinaliza foco ampliado em novas missões e consequências, com a imunidade de Ellie como elemento-chave. A continuidade da série deve explorar caminhos diferentes para a cura e as relações entre personagens.

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