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Melhores filmes de 2025 que você pode não ter visto

Guia de 2025 reúne filmes pouco conhecidos que vão do faroeste ao romance esportivo, destacando recepção crítica, temas sociais e performances marcantes

Samuel L Jackson in The Unholy Trinity.
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  • Endless Cookie é um documentário canadense de Seth Scriver, centrado em vozes de comunidades indígenas e em momentos como pausas e digressões que revelam violência institucional e trauma intergeracional, buscando empoderamento comunitário.
  • The Unholy Trinity é um faroeste moderno com Pierce Brosnan e Samuel L. Jackson, dirigido por Richard Gray; acompanha um jovem em busca de vingança em meio a tiroteios e reviravoltas, em cerca de noventa minutos.
  • The Wedding Banquet, remake de Ang Lee, acompanha dois casais – um gay e um lésbico – em Seattle, explorando família, classe e identidade, com atuações marcantes do elenco.
  • Homebound é drama indiano produzido por Martin Scorsese, dirigido por Neeraj Ghaywan, sobre dois amigos de castas distintas que enfrentam preconceitos, islamofobia e, no fim, o peso da pandemia.
  • Grand Theft Hamlet é documentário/clipe teatral que une Shakespeare e Grand Theft Auto Online, com dois amigos atuando em Los Santos durante a pandemia, misturando emoção e humor.

A Guardian divulgou a lista de melhores filmes de 2025 que passaram despercebidos pela maioria do público. A seleção contempla obras de diversos gêneros e origens, com breves críticas já publicadas pela imprensa. O objetivo é evidenciar títulos menos conhecidos, mas considerados relevantes pela equipe.

Entre as escolhidas, há documentário canadense com animação simples, que aborda violência institucional e trauma intergeracional em comunidades indígenas. O filme utiliza momentos corriqueiros e humor para revelar realidades complexas, sem didatismo.

A curadoria também traz faroeste de baixo orçamento estrelado por atores veteranos, além de comédia romântica queer remake de clássico dos anos 90. Há ainda drama indiano produzido em parceria entre a indústria de Bollywood e o cinema autoral, e produções experimentais que transitam entre audiovisual e performance.

Destaques da lista

The Unholy Trinity, western pulp com Pierce Brosnan e Samuel L. Jackson, dirigido por Richard Gray, tem duração de cerca de 90 minutos. A assessoria aponta tensionamento entre ação e cenas mais contidas, em tom de entretenimento puro.

The Wedding Banquet, remake de Ang Lee, acompanha a vida de dois casais LGBTQ em Seattle, explorando família, classe e identidade. Discreta e emotiva, a produção destaca atuações do elenco e a abordagem de temas de convivência familiar.

Homebound, drama indiano com produção de Martin Scorsese, foca amizade entre dois jovens de castas distintas. Trata de casteismo, islamofobia e, sobretudo, da busca por pertencimento durante a pandemia.

Grand Theft Hamlet, documentário que recria a montagem de Shakespeare dentro do GTA Online, mescla experiência teatral com inovação tecnológica e momentos de humor.

A Little Prayer, drama familiar sobre pai e filha, é visto como oportunidade rara de protagonismo adulto para David Strathairn, com roteiro de Angus MacLachlan. A obra ficou fora de circuito de grande distribuição, mas é lembrada pela abordagem contida.

Ebony & Ivory, produção surreal de Jim Hosking envolve personagens improváveis e humor repetitivo, destacando a criatividade do cineasta e o caráter único da narrativa.

Griffin in Summer, drama que aborda a sexualidade na adolescência com sensibilidade e foco em personagens, celebrado pela delicadeza ao tratar de juventude queer.

Love, Brooklyn, retorno a um cinema mais contemplativo, com styling visual influenciado por Spike Lee, e destaque para a atuação de André Holland e DeWanda Wise. A obra foca relações afetivas no ambiente urbano.

Eephus, destaque por situar-se num estádio decadente dos anos 90, combinando comédia offbeat e reflexão sobre a vida e a morte no contexto do beiseebol.

Songs from the Hole, documentário da Netflix criado em colaboração com o músico JJ’88, mistura narrativa visual com depoimentos, discutindo criminalidade, perdão e resiliência de adolescentes refugiados no sistema prisional.

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