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Portman tenta vender cadáver; cinema comenta o mercado de arte em Gallerist

Comédia negra estreia em Sundance, The Gallerist satiriza o mercado de arte ao leiloar um cadáver como obra de arte

Natalie Portman and Jenna Ortega in The Gallerist
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  • The Gallerist é uma comédia negra dirigida por Cathy Yan, que estrou no Festival de Sundance, em Park City, Utah.
  • A história acompanha uma galerista de Miami, Polina Polinski, interpretada por Natalie Portman, que tenta vender um cadáver exposto em uma obra de arte.
  • A galeria hospeda uma exposição durante a Art Basel Miami Beach, com um influencer local que acaba morrendo acidentalmente ao tropeçar na obra.
  • O cadáver vira “obra de arte”, e a venda atinge mais de US$ quatro milhões, em meio a disputas entre dealers e colecionadores.
  • O elenco inclui Jenna Ortega, Zach Galifianakis, Charli XCX e Catherine Zeta-Jones, em uma sátira sobre o mercado de arte e seus clichês.

A comédia negra The Gallerist, dirigida por Cathy Yan, estreou no Sundance Film Festival, em Park City, Utah. O filme envolve uma galerista que tenta vender um cadáver durante a Art Basel Miami Beach, combinando humor ácido e crítica ao mercado de arte. A produção é estrelada por Natalie Portman, Jenna Ortega, Catherine Zeta-Jones, Zach Galifianakis e Charli XCX.

Polina Polinski, personagem de Portman, é uma galerista de Miami que financia a exposição de uma artista negra emergente. Entre obras polêmicas, destaca-se uma escultura chamada Daddy’s Shears, descrita pela personagem como uma peça impactante que remete a um fetiche do colecionismo.

Um incidente no filme envolve um influenciador local que visita a galeria e, após recusar uma proposta, cai acidentalmente sobre uma ponta da escultura e morre. A cena serve para abrir a trama sobre fraude, reputação e a lógica de mercado no setor.

A história aprofunda a tentativa de Polina de manter o corpo no espaço expositivo, tratando o cadáver como item de venda. A narrativa acompanha a tentativa de leilão da obra, com lances que superam milhões de dólares e atraem a atenção do público de arte.

Entre os elencos, Ortega interpreta uma assistente lidando com o caos, Zeta-Jones atua como uma negociante veterana, e Portman encarna a protagonista ambiciosa. A produção utiliza o humor para satirizar o jargão e as práticas da cena contemporânea.

Crítica inicial aponta que The Gallerist recorre a estereótipos do mercado de arte, enfatizando a máxima de que tudo pode ser vendido. O filme chega aos espectadores com uma pegada de comédia de erros, em tom de faroeste urbano sobre negócios e reputações.

Segundo observadores, a obra dialoga com referências históricas de sátira ao mundo artístico, mantendo um estilo de humor que pode soar teatral. A estreia no Sundance marca a chegada de uma produção que divide opiniões sobre originalidade e narrativa.

The Gallerist permanece em cartel na programação do Sundance, com exibição prevista até o encerramento do festival. A produção não detalha rituais além do esperado para uma comédia negra contemporânea. A verificação de fontes continuará ao longo da cobertura.

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