- Chega aos cinemas brasileiros nesta quinta-feira, cinco de fevereiro, o filme “(Des)controle”, estrelado por Carolina Dieckmann.
- A trama acompanha Kátia Klein, escritora e mãe, que enfrenta bloqueio criativo, desgaste do casamento e sobrecarga familiar, levando a uma recaída no alcoolismo.
- A ideia do filme nasceu na pandemia, quando a roteirista Iafa Britz analisou sua relação com a bebida na época.
- A diretora Rosane Svartman destaca a contradição cultural em torno da bebida e a falta de diálogo sobre alcoolismo, apesar de o tema estar presente na sociedade.
- A produção busca abordar a dependência sem romantizar, combinando drama, emoção e humor para oferecer reflexão, ferramentas e esperança.
O longa brasileiro ‘(Des)controle’ chega aos cinemas nesta quinta-feira, 5 de fevereiro, com a atriz Carolina Dieckmann no papel da escritora e mãe Kátia Klein. O filme propõe uma reflexão sobre o papel do álcool na sociedade e a luta contra vícios, sem apelos morais.
A obra nasceu durante a pandemia, quando a roteirista Iafa Britz revisitou sua relação com a bebida. A narrativa acompanha uma recaída de Kátia, que enfrenta bloqueio criativo, desgaste no casamento e sobrecarga familiar, levando a uma tensão entre talento e dependência.
A diretora Rosane Svartman aponta que o desafio foi tratar da dependência sem simplificações, evitando finais fáceis. A obra busca mostrar o alcoolismo como doença, presente na vida de diferentes famílias, sem romantização.
Origem e propósito
A equipe afirmou que havia escassez de narrativas atuais sobre o tema. Em entrevista à imprensa, a produção disse desejar oferecer material que ajude o entendimento da doença e sirva de referência para familiares.
Abordagem cinematográfica
A audiência vê uma mistura de drama, emoção e humor, balanceando a gravidade do tema com momentos de leveza. As diretoras destacam a responsabilidade de refletir sobre usos sociais da bebida, sem proibições summárias.
Impacto e esperança
Segundo as realizadoras, o filme também oferece ferramentas, esperança e possibilidade de perdão. O objetivo é apresentar uma visão de tratamento e convivência, sem apontar culpados, apenas caminhos para compreender a complexidade do tema.
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