- Tom Rothman, CEO da Sony Pictures Motion Picture Group, chamou de “desprezível” o vídeo racista de Trump que mostra Barack e Michelle Obama, durante discurso na cerimônia de premiação da African American Film Critics Association.
- Rothman aceitou o prêmio Impact em nome da Sony Pictures Motion Picture Group, ressaltando o histórico da empresa em cinema negro mainstream.
- A Sona foi reconhecida por seu compromisso com filmes protagonizados ou apoiados por pessoas negras, citando títulos como “Guess Who’s Coming to Dinner”, “Stir Crazy” e “Spider-Man: Into the Spider-Verse”.
- O vídeo racista, que chegou a ser removido pelo próprio Trump, gerou indignação generalizada e críticas de diversos espectros políticos.
- O ex-presidente afirmou que o vídeo foi seguido de uma reação de seus assessores por não terem assistido ao conteúdo antes da publicação.
Tom Rothman, CEO da Sony Pictures, classificou de despicável um vídeo publicado por Donald Trump na Truth Social, que retratava o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama. A declaração ocorreu de forma incomum durante uma cerimônia de premiação.
O episódio ganhou registro público quando Rothman recebeu o prêmio de Impact da African American Film Critics Association, como presidente e CEO do Sony Pictures Motion Picture Group. A Sony foi reconhecida pela janela de filmes negros que abre espaço a histórias diversas.
O vídeo, que circulou antes de ser apagado, provocou reação ampla em todos os campos. A Casa Branca chegou a defender o conteúdo como meme, motivado por conteúdos de cinema como Jungle Book e The Lion King, segundo reportagens associadas.
Repercussões e contexto
Rothman afirmou que as narrativas que surgem diante de episódios regressivos ganham urgência e relevância. Ele ressaltou o papel da Sony na promoção de cinema negro inclusivo, citando títulos históricos e a produção de animações de sucesso como Spider-Man: Into the Spider-Verse.
A publicação de Trump foi removida posteriormente pelo próprio ex-presidente, que atribuiu a falha aos assessores. O episódio gerou ampla indignação, com cobertura de veículos de grande circulação e reações de diferentes espectros.
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