- Mário Frias afirmou que Flávio Bolsonaro não possui sociedade no filme nem na produtora; sua participação foi apenas na cessão de direitos de imagem da família e no apoio institucional para atrair investidores privados.
- Frias reiterou que Dark Horse não recebe dinheiro de Daniel Vorcaro e que o financiamento é 100% privado, sem uso de recursos públicos.
- A nota acusa uma campanha de descredibilização motivada politicamente, com o objetivo de afastar investidores e prejudicar o longa.
- O produtor ressaltou que Dark Horse é uma superprodução de padrão hollywoodiano, com capital privado e elenco e equipe de renome internacional.
- Frias lembrou sua atuação na Secretaria Especial da Cultura e afirmou ter gerido a Lei Rouanet sem irregularidades, destacando que não houve enriquecimento com os valores questionados pela imprensa.
O ex-deputado federal e produtor executivo Mário Frias divulgou uma nota oficial para esclarecer a produção do longa Dark Horse, que retrata a trajetória de Jair Bolsonaro. O documento afirma que não houve aporte de recursos do banqueiro Daniel Vorcaro. A defesa chega após a divulgação de áudios envolvendo Flávio Bolsonaro.
Frias também atua no filme como o médico Dr. Álvaro, que opera Bolsonaro após a facada. A lista de pontos da nota tenta esclarecer as relações entre a produção, a família Bolsonaro e potenciais investidores privados.
Na nota, o ex-parlamentar afirma que Flávio Bolsonaro não tem participação societária no filme nem na produtora. Segundo ele, a colaboração do senador limitou-se à cessão de direitos de imagem da família e ao apoio institucional para atrair investidores privados.
Financiamento e relação com Vorcaro
A produtora GOUP Entertainment reiterou que não houve investimento de Daniel Vorcaro no Dark Horse. Frias reforça que o projeto seria 100% financiado por capital privado, sem uso de dinheiro público, mantendo estrita conformidade com relações comerciais lícitas.
A nota também aponta que o filme enfrenta ataques e campanhas para descredibilizar a obra por motivações ideológicas, com o objetivo de afastar investidores ou dificultar a exibição do longa.
Gestão pública e contexto do debate
Frias relembra sua passagem pela Secretaria Especial da Cultura, destacando ter administrado o orçamento da Lei Rouanet sem irregularidades. Afirmou que quem não se beneficiou de bilhões não se deixaria corromper por supostos valores de R$ 2 milhões atribuídos pela imprensa.
A produção é apresentada como superprodução de padrão hollywoodiano, com capital privado e elenco de alto nível, prevista para lançamento nos próximos meses, segundo a defesa oficial do projeto.
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