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Polêmicas do filme de Bolsonaro: Beyoncé sem autorização e calote a Caviezel

Música de Beyoncé não autorizada e risco de calote em Jim Caviezel marcam polêmicas da cinebiografia de Bolsonaro; denúncias sobre condições de trabalho também são apuradas

O ator Jim Caviezel vive Jair Bolsonaro em filme. (Foto: Andrew Gombert / EFE)
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  • Teaser do filme usou a música “Survivor”, da Destiny’s Child, sem autorização da BeyGOOD; produtora confirma medidas judiciais para interromper o uso.
  • Áudios entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro Vorcaro citam o risco de não pagar Jim Caviezel, o que seria um desastre para a imagem do filme.
  • Mário Frias, produtor e roteirista, negou que o filme conte com financiamento de Vorcaro.
  • O Sated-SP recebeu denúncias de condições de trabalho no set, como jornadas longas, comida inadequada e cachês abaixo do piso; produção nega irregularidades.
  • As filmagens começaram em setembro de 2025 em São Paulo, com cenas previstas no México e nos Estados Unidos; estreia prevista para setembro deste ano, conforme o IMDb.

O filme biográfico sobre Jair Bolsonaro segue cercado de polêmicas desde seu anúncio, em 2025. A produção já enfrenta questionamentos sobre financiamento, elenco e condições de trabalho no set. A estreia está prevista para setembro, segundo fontes da indústria.

Um teaser do longa utilizou a música Survivor, do Destiny’s Child, sem autorização. A BeyGOOD, fundação ligada a Beyoncé, confirmou o uso não autorizado e disse que medidas legais seriam tomadas para interromper a utilização da obra intelectual. Não houve desdobramento divulgado.

Entre as controvérsias, surgem áudios atribuídos a Flávio Bolsonaro discutindo o suposto calote a Jim Caviezel, ator indicado para interpretar Bolsonaro. O senador afirma que não pagar o astro seria prejudicial à imagem do filme, citando também outros profissionais.

Mário Frias, ator conhecido por Malhação e produtor do filme, é quem também assume o papel de roteirista. Em nota divulgada, ele negou que haja financiamento de Vorcaro para o projeto, reiterando a independência da produção.

O Sindicato dos Artistas e Técnicos em SP apura denúncias de más condições no set, com jornadas longas, alimentação inadequada e cachês aquém do piso. A produtora negou irregularidades e informou que houve restrição de uso de celulares para evitar vazamentos.

As filmagens começaram em setembro de 2025, em São Paulo, com parte das cenas previstas para México e EUA. O objetivo é entregar o longa em setembro deste ano, conforme listado pelo IMDb, que acompanha produções internacionais.

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