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Alexandre Borges comenta vício em apostas de novo personagem

Ulisses, em Quem Ama Cuida, revela vício em apostas e abre debate sobre compulsões da modernidade, sem julgamentos, diz Alexandre Borges

Alexandre Borges interpreta Ulisses em 'Quem Ama Cuida' — Foto: Manoella Mello/TV Globo
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  • Alexandre Borges vive Ulisses, novo personagem de Quem Ama Cuida, substituta de Três Graças no horário nobre da TV Globo.
  • Ulisses é um dos irmãos do ricaço Arthur e verá sua vida ruir por gastar mais do que ganha em apostas, consumismo e mimar a esposa Fábia.
  • O ator descreve o personagem como interessante, profundo e diverso, com a trajetória de perder tudo e ficar desesperado.
  • A novela, de Walcyr Carrasco, abre discussão sobre vícios da modernidade e compulsões, que vão além do jogo, incluindo comida, bebida, cigarro e compras.
  • Borges afirma que o foco é entender a origem do vazio sem moralismo, destacando que todos podem ser compulsivos por algo e sem julgamentos.

Alexandre Borges vive Ulisses, novo personagem da novela das nove da TV Globo, Quem Ama Cuida, que substitui Três Graças. O ator destaca que Ulisses é um dos irmãos do empresário Arthur, vivido por Antonio Fagundes, e terá a vida abalada por dívidas geradas por apostas e consumo desmedido.

O enredo mostra Ulisses lutando para lidar com o vício em jogos e o desejo de agradar a nova esposa, Fábia, interpretada por Flávia Alessandra. A tensão com o irmão mais velho e com a vilã Pilar, de Isabel Teixeira, cria o conflito central da história.

Segundo Borges, a narrativa aborda não apenas o vício em si, mas as causas profundas do vazio que leva a compulsões. A produção também discute os impactos emocionais e familiares desse tema, sem julgamentos ou moralismo.

Contexto da trama

A novela propõe debater compulsões na era moderna, incluindo consumo, alimentação e tabaco, em diálogo com o público. A discussão se amplia para refletir sobre ansiedade, violência e buscas por fuga, sem apontar culpados.

Perspectiva do elenco

Borges aponta que o momento atual pede compreensão sobre os hábitos compulsivos, reconhecendo que muitas pessoas convivem com estilos de vida assim. A produção visa discutir o tema com linguagem neutra e informativa.

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