- John Travolta pilotou seu próprio avião até Cannes na sexta-feira, 15 de maio, para a abertura da exibição do filme.
- O longa, intitulado Aventuras nas alturas (Propeller One-Way Night Coach), estreou no Festival de Cannes, e o diretor recebeu uma Palma de Ouro honorária.
- O filme é uma adaptação direta do livro infantil de mesmo nome, lançado em 1997, com Travolta dando voz ao narrador.
- A estreia mundial do filme acontece no Apple TV+ no dia 29 de maio.
- A obra retrata a infância do ator e a paixão pela aviação, tema que ele já declara há décadas, e ele mantém uma significante conexão com aviões, possuindo várias aeronaves.
John Travolta levou para Cannes a paixão pela aviação que molda sua carreira há décadas. O ator, piloto credenciado, aparece no festival com o filme autobiográfico Aventuras nas alturas, dirigido por ele. A obra estreou na sexta-feira e integra a programação de Cannes.
O longa é uma adaptação do livro infantil homônimo, lançado em 1997, com Travolta como narrador. A história acompanha a infância de Jeff, um menino de 8 anos, e a relação com a mãe Helen durante uma viagem de avião na década de 1960. O enredo destaca a relação entre criança e mundo das aeronaves.
No momento da exibição, Travolta recebeu uma Palma de Ouro honorária, reconhecendo a trajetória do ator dentro da indústria. O filme, com lançamento previsto para 29 deste mês na Apple TV+, é descrito como um projeto íntimo, que valoriza a paixão do artista pela aviação.
Na vida real, Travolta começou a voar ainda jovem e soma várias licenças de pilotagem. A trajetória inclui voos com jatos de luxo e um histórico ligado a modelos diferentes de aeronaves, entre eles um Boeing 707 de 1964 que já teve outros donos famosos.
A divulgação oficial aponta que a produção é uma carta de amor aos aviões, com homenagens à era de ouro da aviação comercial. A obra combina ficção com elementos autobiográficos, destacando a empolgação de quem cresceu cercado por aeronaves.
Críticas de Cannes vão desde avaliações negativas, afirmando que o filme é rígido, a elogios que ressaltam a nostalgia e a paixão de Travolta. Comentários de veículos especializados mencionam que a obra funciona melhor como relato do autor do que como filme em si.
Entre as leituras, críticos destacam a presença de Travolta como motor do projeto, mesmo diante de avaliações diversas sobre o resultado final. A produção é vista como um presente do artista para si e para a família, sem presunção de ser uma obra universalmente aclamada.
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