- Zach Cregger, diretor de Weapons e Barbarian, fala sobre a adaptação de Resident Evil e o tom do filme.
- O filme não incluirá personagens dos jogos da Capcom, o que gerou críticas de fãs.
- Cregger diz que a proposta é capturar a sensação do jogador comum ao entrar no mundo de Resident Evil, não a perspectiva de sobreviventes experientes como Jill Valentine ou Chris Redfield.
- Em entrevista publicada pela Sony, ele compara a ideia à experiência de ser “jogado” no jogo e ser péssimo com armas, errando tiros.
- O filme estreia nos cinemas em 18 de setembro.
Zach Cregger, diretor de Weapons e Barbarian, mostrou que entende o espírito da franquia Resident Evil ao falar sobre sua adaptação cinematográfica. Em entrevista publicada pela Sony, ele explica a abordagem do filme, que não utiliza personagens diretamente dos jogos.
O realizador comenta que a obra deve transmitir a sensação de uma pessoa comum entrando no universo de Resident Evil, em vez de seguir o roteiro de sobreviventes experientes como Jill Valentine ou Chris Redfield. O foco é a experiência de alguém sem habilidades específicas.
Em trecho divulgado pela própria Sony, Cregger compara a ideia a quando alguém comum é jogado no meio de um game da série, destacando a dificuldade com armas e a gestão de recursos, elementos centrais de boa parte dos jogos.
O filme acompanha um novo sobrevivente, Bryan, em uma tentativa de abrir portas com recursos escassos, situação típica para quem não domina os mecanismos de combate. Esse recorte reforça o tom de tensão e frustração característico da franquia.
Resident Evil chega aos cinemas no dia 18 de setembro. O estúdio não revelou se haverá participação de personagens dos jogos, mantendo o foco na construção de uma narrativa original dentro do universo.
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