- Daniel Blanco, ator e cantor, interpreta Rivellino na série da Netflix Brasil 70: A Saga do Tri, que estreia nesta sexta-feira (29).
- A seleção foi retratada com exigência: os atores fizeram teste de atuação e de futebol para manter aparência e habilidades reais.
- O elenco passou por um mês e meio de treino intenso de futebol, ensaios de jogadas e preparação com equipe completa (treinador, figurino, fisioterapia e nutricionista).
- Blanco acompanha a Copa e aposta em Portugal, de Cristiano Ronaldo, e na Espanha, de Lamine Yamal; ele comenta a possibilidade de a seleção vencer a França na final pelo hexa.
- Fora das telas, o ator segue com a carreira musical, lançando o álbum solo Left Behind e trabalhando no material da banda Muladhara.
Daniel Blanco vive Rivellino em Brasil 70: A Saga do Tri, nova série da Netflix que estreia nesta sexta-feira, 29. O projeto reúne o ator com a temática histórica do futebol brasileiro, explorando períodos da seleção nas Copas. A produção chega ao catálogo da plataforma de streaming.
Para interpretar o craque Rivellino, Blanco precisou unir atuação e habilidade com a bola. Aos 32 anos, o artista já tinha passagem pelo mundo artístico e futebol, o que facilitou o desafio de conciliar as duas paixões. O elenco passou por um criterioso processo de seleção, com avaliações de atuação e de performance futebolística.
Treinamento intenso
O elenco dedicou-se a um mês e meio de treinos e ensaios antes das filmagens. As atividades diurnas incluíam treinamentos de futebol e ensaios de jogadas, seguidos de sessões de preparação de elenco, personal trainer, figurino, fisioterapia e nutrição. O formato visava reproduzir com fidelidade as cenas de jogo da época.
Expectativas e visão sobre a Copa
Com a proximidade da Copa, Blanco afirmou que pretende acompanhar os jogos e analisa o papel de diferentes seleções na competição. Entre as referências citadas, o ator destacou Portugal e Espanha como potências, além de mencionar uma possível revanche da seleção brasileira na final.
Caminhos paralelos
Paralelamente à atuação, Daniel mantém a carreira musical. Em 2023 lançou o álbum solo Left Behind e trabalha em projetos com a banda Muladhara, que mistura blues e metal. O artista comenta que a música funciona como forma de recarregar as energias entre um trabalho e outro.
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