A geração Z enfrenta muitos desafios, como a rejeição em processos seletivos e a dificuldade de entrar em universidades. Recentemente, uma jovem chamada Em compartilhou sua frustração com as centenas de negativas que recebeu ao tentar conseguir um emprego, vivendo com pouco dinheiro. Essa situação é comum entre os jovens, levando a geração Z a ser vista como a “geração mais infeliz”. Muitos acreditam que suas notas e habilidades não são suficientes, pois a sorte parece ser um fator importante nas aprovações. Além disso, um ativista destacou que a geração foi enganada ao pensar que um diploma garantiria sucesso, sem receber a educação necessária sobre networking e habilidades práticas. Essa falta de oportunidades não é só nos Estados Unidos; no México, a maioria dos candidatos a universidades é rejeitada, e muitos jovens estão desempregados.
A geração Z enfrenta uma crise de oportunidades no mercado de trabalho, refletida na alta taxa de rejeição em processos seletivos e no acesso a universidades. Recentemente, relatos de jovens como Em revelam a frustração com essa realidade, levando a geração a ser considerada a “geração mais infeliz”.
A escritora Delia Cai, em entrevista ao Business Insider, destacou a história de Em, que lida com centenas de recusas enquanto sobrevive com um contrato temporário. Cai observa que, apesar do acesso a potenciais oportunidades, os jovens ouvem “nãos” com frequência alarmante. Um estudante de 22 anos, que teve boas notas e participou de um time esportivo, também relatou dificuldades em ser aceito em universidades, afirmando que a sorte parece ser um fator determinante.
Christian Hodges, ativista e influenciador, aponta que a geração Z foi levada a acreditar que um diploma universitário é a chave para o sucesso. Ele questiona a falta de ensino sobre networking e habilidades práticas nas escolas. Para Hodges, tanto o mercado de trabalho quanto as universidades compartilham um padrão de rejeição aos jovens.
A situação não é exclusiva dos Estados Unidos. Uma pesquisa da UVM com a Expansión revelou que 76,4% dos universitários mexicanos se preocupam com a falta de oportunidades de emprego. Em 2023, 5,26% dos jovens no México estavam desempregados, e mais de 90% dos candidatos à UNAM foram rejeitados no último exame de admissão. No exame de 2024, apenas 14.151 dos 143.427 inscritos foram aceitos.
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