Kassia Freitas, mãe de quadrigêmeos e de um filho de 4 anos, vive a maternidade solo após o término do relacionamento com o pai das crianças. Apesar dos desafios, ela mantém sua rotina de trabalho e conta com uma forte rede de apoio formada por amigos e familiares. Desde a gravidez, muitas pessoas se ofereceram para ajudar, o que a fez perceber que não estava sozinha. Essa rede de apoio é essencial, especialmente para mães solo, e pode incluir tanto familiares que cuidam das crianças quanto serviços formais como creches e ONGs. Mariana Mendes, pesquisadora da Fiocruz, destaca que essas redes ajudam as mães a aprender a cuidar dos filhos e a lidar com a nova realidade. Kassia, por exemplo, recebe ajuda de amigos que passam noites com os bebês e de seus pais, que colaboram nas tarefas diárias. Ela também critica a falta de políticas públicas que poderiam aliviar os custos de cuidar de múltiplos filhos. As redes de apoio são divididas em informais, como amigos e familiares, e formais, como instituições de educação e saúde. A importância dessas redes é ainda maior em um país desigual como o Brasil, onde muitas mães solo enfrentam dificuldades financeiras. A falta de suporte após o nascimento do bebê pode afetar a saúde mental das mães, que muitas vezes enfrentam depressão pós-parto. Para construir uma rede de apoio, é importante que as pessoas peçam ajuda e reconheçam que o cuidado não é responsabilidade apenas das mulheres. Além disso, é fundamental que haja mais serviços públicos que ajudem as famílias, como creches e espaços de lazer.
Kassia Freitas, mãe de quadrigêmeos, compartilha sua experiência de maternidade solo, destacando a importância de uma rede de apoio. O relacionamento com o pai das crianças terminou antes do nascimento dos bebês, mas Kassia conta com a ajuda de amigos e familiares para enfrentar os desafios.
Durante a gravidez, Kassia se preocupou com como criaria quatro bebês. No entanto, recebeu apoio de familiares e amigos, que se prontificaram a ajudar. A rede de apoio, que ela descreve como uma “aldeia”, inclui pessoas dispostas a cuidar das crianças e auxiliar nas tarefas diárias. Essa rede é essencial para mães solo, que muitas vezes enfrentam dificuldades financeiras e emocionais.
A pesquisadora Mariana Mendes, do Instituto Nacional de Infectologia da Fiocruz, explica que a rede de apoio é crucial para o aprendizado e adaptação das mães. Kassia, por exemplo, contou com uma amiga que a ajudou nas primeiras noites em casa com os quadrigêmeos. Além disso, seus pais também colaboram, com a mãe ajudando na rotina e o pai cuidando das tarefas domésticas.
Kassia ressalta a necessidade de políticas públicas que ofereçam suporte a mães solo, como creches e serviços de saúde. Ela critica a falta de recursos que poderiam aliviar os custos de cuidar de múltiplos filhos. Mendes destaca que, em um país desigual como o Brasil, o suporte é ainda mais importante para famílias de baixa renda.
As redes de apoio podem ser informais, como amigos e familiares, ou formais, como creches e serviços de saúde. A interação entre esses grupos é fundamental para o bem-estar das mães e crianças. Kassia enfatiza que, apesar de ter uma rede de apoio sólida, é vital que as mães não hesitem em pedir ajuda quando necessário.
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