A circulação de motos é comum nas cidades brasileiras, com mais de 34 milhões de motocicletas, muitas usadas para trabalho, como entregas e mototáxi. Motoboys como Ricardo Pereira e Alexander Gutierrez enfrentam longas jornadas, rodando cerca de 150 quilômetros por dia e trabalhando até 12 horas. Alexander destaca os desafios da profissão, especialmente após seu irmão Rian ter sofrido um acidente grave. Apesar dos riscos, muitos continuam a trabalhar sobre duas rodas.
A circulação de motos é uma realidade nas cidades brasileiras, com mais de 34 milhões de motocicletas registradas. Muitas delas são utilizadas para trabalho, como entregas e mototáxi. Motoboys, como Ricardo Pereira e Alexander Gutierrez, enfrentam longas jornadas diárias, que podem ultrapassar 12 horas.
Alexander, que roda cerca de 150 quilômetros por dia, destaca os desafios da profissão. Seu irmão, Rian, também motoboy, sofreu um acidente grave, evidenciando os riscos envolvidos na atividade. Apesar das dificuldades, muitos continuam a trabalhar sobre duas rodas para garantir o sustento.
Dados da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostram que mais da metade da frota de motocicletas no Brasil é utilizada para fins laborais. Essa realidade reflete a dependência de muitos trabalhadores em relação a esse meio de transporte, que, embora prático, apresenta riscos significativos.
Os motoboys desempenham um papel essencial na economia, especialmente em tempos de crescente demanda por serviços de entrega. No entanto, a falta de infraestrutura adequada e a necessidade de maior segurança nas vias são questões que precisam ser abordadas para proteger esses profissionais.
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