- Nicholas McDonald escreveu no The Gospel Coalition comparando o “evangelho da prosperidade” a um esquema de pirâmide, dizendo que é uma visão falsa apresentada como verdade.
- O texto aponta que McDonald já esteve ligado ao movimento da prosperidade e apresenta três motivos para considerá-lo o pior esquema piramidal: baseia-se no sucesso do líder; é uma mentira para pessoas desesperadas; alimenta a idolatria.
- São citadas críticas de John MacArthur, que afirma que o evangelho que impulsiona esse movimento não é o verdadeiro evangelho e que seu surgimento representa uma igreja falsa.
- Paul Tripp é citado ao discutir a oração por prosperidade, destacando a diferença entre pedir prosperidade para a glória de Deus e a busca de prosperidade por interesses pessoais.
- O material cita estimativa de que aproximadamente meio bilhão de pessoas seriam impactadas por ensinamentos de prosperidade, com referência ao livro Strange Fire (2013). Conteúdo originalmente publicado em vinte e sete de janeiro de mil e quinhentos e quinze.
Nicholas McDonald, em artigo para The Gospel Coalition, compara o evangelicalismo da prosperidade a um esquema de pirâmide. O autor já esteve ligado ao movimento, mas afirma ter reconhecido a distorção bíblica e passa a apresentar críticas fundamentadas.
Ele enumera três razões para considerar esse evangelho como um dos maiores esquemas de pirâmide: são observadas vantagens aparentes para o líder no topo; há relato de propagação por meio de promessas de prosperidade condicionadas a doações; há estímulo ao desejo de riqueza entre seguidores.
McDonald cita ainda críticas de outros teólogos, como John MacArthur, que associam o crescimento do movimento a uma igreja falsa. Além disso, Paul Tripp é citado ao discutir a motivação por prosperidade, ressaltando a diferença entre desejos de glória pessoal e o louvor a Deus.
Contexto e referências
MacArthur descreve, segundo Strange Fire, que uma parcela substancial da população mundial é impactada por ensinamentos associados à prosperidade. O recorte histórico aponta para críticas sobre a autenticidade do evangelho em prática nesses ambientes.
A análise também destaca que a abordagem de McDonald envolve uma leitura bíblica que diferencia a prosperidade como benefício da prática de uma vida voltada a propósitos divinos, não como fim em si. O texto original de 2015 permanece como referência desse debate.
O artigo original foi publicado em 27 de janeiro de 2015 e continua a ser citado em discussões sobre a teologia da prosperidade. A matéria reúne argumentos de teólogos e pesquisadores para fundamentar a crítica a esse movimento.
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