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Policiais britânicos orientados a evitar linguagem “centrada no cristianismo” e termos polêmicos

- A polícia de três condados no Reino Unido lançou um guia sobre diversidade e inclusão. - O documento recomenda evitar termos como "fé" e "adulto maduro", sugerindo "pessoa grávida". - Festus Akinbusoye criticou a lógica do guia, questionando a omissão de termos como "branqueamento". - James Esses chamou a orientação de "completamente ridícula", associando-a à ideologia woke. - A polêmica destaca tensões sobre linguagem e identidade em contextos policiais e sociais.

Policiais dos condados britânicos de Bedfordshire, Hertfordshire e Cambridgeshire foram orientados a evitar expressões consideradas ofensivas e linguagem “centrada no cristianismo”, como o termo “fé”. O guia de nove páginas, que aborda diversidade, igualdade e inclusão (DEI), foi publicado em 2023 e divulgado recentemente pelo The Telegraph. O documento sugere que a expressão “pessoa grávida” […]

Policiais dos condados britânicos de Bedfordshire, Hertfordshire e Cambridgeshire foram orientados a evitar expressões consideradas ofensivas e linguagem “centrada no cristianismo”, como o termo “fé”. O guia de nove páginas, que aborda diversidade, igualdade e inclusão (DEI), foi publicado em 2023 e divulgado recentemente pelo The Telegraph. O documento sugere que a expressão “pessoa grávida” substitua “mulher grávida” para evitar constrangimentos.

O guia descreve gênero como uma construção social e menciona que existem mais identidades de gênero além de masculino e feminino. Policiais são aconselhados a assistir a um vídeo educacional para entender a diferença entre “não racista” e “antirracista”. Além disso, recomenda-se evitar generalizações sobre pessoas mais velhas e o uso do termo “adulto maduro”, que pode sugerir que jovens não são maduros.

Festus Akinbusoye, primeiro Comissário de Polícia e Crime negro do Reino Unido, criticou a orientação, chamando-a de “completamente louca”. Ele questionou a falta de críticas ao termo “branqueamento”, enquanto outros termos, como “lista negra”, foram alvo de atenção. Akinbusoye enfatizou a importância de uma conduta cortês e profissional, mas levantou preocupações sobre a necessidade e a inclusão do documento.

James Esses, psicoterapeuta e ativista, também criticou a orientação, considerando-a ofensiva para as mulheres. Ele descreveu a situação como “completamente ridícula” e defendeu a abordagem do ex-presidente Donald Trump em relação a questões de diversidade. Esses questionou a proibição de termos como “lista negra” e “ovelha negra”, argumentando que não têm origem racista, mas sim associações com morte e escuridão.

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