Centenas de cristãos celebraram a Páscoa em Ramallah e Jerusalém, mesmo com as dificuldades causadas pela guerra entre Israel e Hamas. Em Ramallah, as ruas e igrejas estavam cheias de fiéis, com sinos tocando e escoteiros desfilando. Na Faixa de Gaza, as celebrações foram mais limitadas, ocorrendo na Igreja Ortodoxa Grega de São Porfírio, onde muitos não puderam se reunir devido ao medo de bombardeios. Em Jerusalém, o Patriarca Ortodoxo Grego, Teófilo III, conduziu um culto especial na Igreja do Santo Sepulcro, com a presença de poucos fiéis por causa das restrições e postos de controle. Esta foi a segunda Páscoa celebrada desde o início do conflito em outubro de 2023, e em Gaza, o bloqueio impediu algumas tradições, mas as orações ainda foram feitas nas igrejas locais.
Cristãos palestinos celebram Páscoa em meio a restrições e guerra
Centenas de cristãos celebraram a Páscoa em Ramallah, na Cisjordânia, e em Jerusalém, apesar das dificuldades impostas pelo conflito entre Israel e Hamas. A celebração ocorreu em um contexto de restrições e bloqueio na região, especialmente em Gaza.
Em Ramallah, cidade a dez quilômetros ao norte de Jerusalém, os cristãos encheram as ruas e igrejas para celebrar a ressurreição de Cristo. O grupo The Christians Of The East descreveu a atmosfera festiva, com sinos de igrejas ecoando e escoteiros em desfiles pelas ruas.
Celebrações limitadas em Gaza
Na Faixa de Gaza, a celebração ocorreu na Igreja Ortodoxa Grega de São Porfírio, em meio à destruição e à escassez de suprimentos. Muitos fiéis cancelaram reuniões familiares devido ao medo de novos bombardeios, conforme relatado pela Al Jazeera.
Culto especial em Jerusalém
Em Jerusalém, o Patriarca Ortodoxo Grego, Teófilo III, presidiu um culto especial na Igreja do Santo Sepulcro. A cerimônia contou com a presença de líderes cristãos e um número limitado de fiéis, devido às restrições israelenses e aos postos de controle militares na Cidade Velha.
A Páscoa foi a segunda celebrada desde o início da guerra entre Israel e Hamas, em outubro de 2023. Em Gaza, o bloqueio israelense impediu rituais como a chegada do Fogo Sagrado de Jerusalém, mas as orações foram realizadas nas igrejas locais.
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