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Argentinos prestam homenagem ao papa Francisco em emocionante cerimônia na Praça de Maio

Milhares de argentinos se reuniram na Plaza de Mayo para homenagear o papa Francisco, celebrando sua mensagem de inclusão e solidariedade.

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Milhares de argentinos se reuniram na Plaza de Mayo no dia 26 de abril de 2025 para homenagear o papa Francisco, que faleceu recentemente. A cerimônia incluiu uma missa celebrada pelo arzobispo Jorge García Cuerva, que falou sobre a preocupação do papa com os mais vulneráveis e o vazio que sua morte deixou. Durante o evento, as pessoas mostraram sua diversidade social e cultural, exibindo banners com frases do papa, como “Uma igreja pobre para os pobres”. Após a missa, uma peregrinação passou por locais simbólicos da vida de Francisco, incluindo hospitais e uma prisão, terminando na Paróquia Virgen de Caacupé. Os participantes, muitos vindos de áreas periféricas, trouxeram alegria com música e dança, reafirmando o legado do papa e seu compromisso com os marginalizados.

Milhares de argentinos se reuniram na Plaza de Mayo neste sábado, 26 de abril de 2025, para prestar homenagem ao papa Francisco, que faleceu recentemente. A cerimônia incluiu uma missa e uma peregrinação por locais significativos da vida do pontífice, refletindo sua mensagem de inclusão e solidariedade.

A missa começou por volta das 10h, celebrada pelo arzobispo Jorge García Cuerva. Ele destacou que Francisco sempre se preocupou com os mais vulneráveis e que sua morte deixou um vazio profundo. “Lloramos porque se murió el padre de todos”, afirmou o arzobispo, referindo-se ao impacto do papa na sociedade.

Durante a cerimônia, a diversidade social e cultural dos presentes foi evidente. Banners e cartazes com frases do papa, como “Uma igreja pobre para os pobres” e “Ninguém se salva sozinho”, foram exibidos. A presença de grupos populares, religiosos e políticos enriqueceu o evento, que atraiu pessoas de todas as idades.

Peregrinação e Homenagens

Após a missa, uma caravana partiu da Plaza de Mayo, organizada por sacerdotes de comunidades populares. A chamada “peregrinação por os lugares do dolor” passou por seis locais simbólicos, incluindo hospitais e uma prisão, terminando na Paróquia Virgen de Caacupé, onde Francisco costumava visitar os moradores.

Os participantes, muitos vindos de áreas periféricas de Buenos Aires, trouxeram alegria à homenagem, com música e dança. “O Papa sempre nos teve presentes a todos, por isso não o vamos esquecer”, disse um vendedor ambulante que participou do evento. A marcha, repleta de bandeiras e imagens de Francisco, ecoou sua mensagem de esperança e compaixão pela cidade que o viu crescer.

A mobilização foi um tributo à vida e ao legado do papa Francisco, reafirmando seu compromisso com os marginalizados e sua luta contra a exclusão social.

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