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Associação coreana critica novas regras da China que restringem atividades religiosas

Novas regras na China aumentam de 22 para 38 as restrições sobre atividades religiosas, preocupando missionários e a comunidade internacional.

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A Associação Coreana de Mídia Eclesiástica está preocupada com novas regras da China que aumentam de 22 para 38 as normas sobre atividades religiosas, dificultando ainda mais o trabalho missionário no país. As novas regras, que começaram a valer em 1º de maio, detalham como e onde as atividades religiosas podem ocorrer, além de exigir aprovações das autoridades e estabelecer penalidades. A associação destacou que a China já vinha restringindo atividades religiosas desde 2017, resultando na expulsão de muitos missionários. Eles acusam o Partido Comunista Chinês de usar diversas estratégias para limitar a religião e a atividade missionária, enquanto busca expandir sua influência global. A declaração pede que a comunidade internacional, especialmente os sul-coreanos, fique atenta a essas restrições e defenda a liberdade religiosa.

A Associação Coreana de Mídia Eclesiástica manifestou preocupação com as novas regulamentações da China sobre atividades religiosas, que entraram em vigor em 1º de maio. As novas regras, que aumentaram de 22 para 38 disposições regulatórias, visam restringir ainda mais o trabalho missionário no país.

O comunicado da associação destaca que as “Regras para a Implementação das Disposições sobre a Administração de Atividades Religiosas de Estrangeiros” têm como objetivo restringir significativamente as atividades missionárias. As novas normas detalham aspectos como a localização e os métodos de atividades religiosas, além dos procedimentos de aprovação exigidos pelas autoridades chinesas.

Desde 2017, a China já vinha impondo regulamentações rigorosas sobre atividades religiosas, especialmente as cristãs. A associação informou que muitos missionários coreanos foram forçados a deixar o país devido à expulsão ou à negativa de vistos. O comunicado também critica o Partido Comunista Chinês (PCC) por usar estratégias para expandir sua influência global enquanto reprime a atividade religiosa internamente.

A declaração conclui pedindo à comunidade internacional, especialmente aos sul-coreanos, que permaneçam vigilantes em relação às estratégias da China. A associação enfatiza a necessidade de resistência às violações da liberdade religiosa e alerta sobre as manipulações estratégicas que podem ocorrer em meio a trocas e comércio entre nações.

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