Divaldo Franco e Chico Xavier, dois grandes nomes do espiritismo no Brasil, tiveram uma amizade que terminou entre os anos 1950 e 1960 devido a acusações de plágio e ressentimentos. Eles se conheceram na juventude e inicialmente se tornaram amigos, mas surgiram acusações de que Divaldo copiava as mensagens psicografadas por Chico. Isso gerou um afastamento de 22 anos, embora tenha havido um reencontro em 1960, que Divaldo atribuiu a uma influência negativa de um espírito. Apesar das mágoas, em 1974, Chico decidiu deixar isso para trás e os dois se reaproximaram, embora alguns seguidores de Chico ainda não tenham perdoado Divaldo. Após a morte de Chico, Divaldo se esforçou para se reconectar com os seguidores do amigo e, em 2019, afirmou que sempre amou Chico, negando ser seu sucessor e o considerando um grande mestre.
A relação entre Divaldo Franco e Chico Xavier, duas figuras proeminentes do espiritismo brasileiro, foi marcada por desentendimentos e acusações de plágio, resultando em um afastamento de 22 anos. O vínculo começou na juventude, mas se deteriorou na década de 1950 devido a alegações de que Divaldo teria plagiado mensagens psicografadas por Chico.
Em uma entrevista ao programa “Fantástico”, Divaldo revelou que foi ele quem buscou Chico, que o cumprimentou cordialmente. A amizade, no entanto, foi abalada por acusações que chegaram a ser confirmadas por Chico. A médium Dora Incontri, presidente da Associação Brasileira de Pedagogia Espírita, destacou que as acusações de plágio foram um tema recorrente entre os dois. Divaldo, por sua vez, relatou que um espírito obsessor teria influenciado negativamente sua relação com Chico.
Reaproximação
Após anos de afastamento, os dois médiuns se reaproximaram em 1974, embora a mágoa persistisse entre alguns seguidores de Chico. Divaldo reconheceu que era natural que pessoas ligadas a Chico tivessem reservas em relação a ele. Após a morte de Chico, Divaldo fez questão de visitar os seguidores do amigo, buscando restabelecer laços.
Em 2019, Divaldo expressou seu amor por Chico, afirmando que não se via como seu sucessor, mas sim como alguém que compartilha a missão de divulgar o espiritismo. Ele descreveu Chico como um “grande mestre”, enfatizando sua importância na doutrina espírita. Durante a divulgação do filme “Divaldo – O Mensageiro da Luz”, Divaldo reafirmou sua admiração por Chico, destacando a irradiação de amor e paz que o caracterizava.
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