Gabriela Argolo, comissária de bordo da Latam e muçulmana, celebrou a conquista de poder usar o hijab durante o trabalho. Em uma postagem no LinkedIn, ela falou sobre a importância dessa vitória, destacando o apoio que recebeu da empresa para praticar sua fé com liberdade. Gabriela expressou orgulho em trabalhar em uma companhia que valoriza a diversidade. Sua conquista gerou grande repercussão nas redes sociais, com mais de 3 mil reações e muitos comentários elogiando sua determinação e a postura inclusiva da Latam. Ela também agradeceu aos gestores e à equipe de uniformes que ajudaram a adaptar seu uniforme de acordo com as normas da aviação. O caso de Gabriela levantou discussões sobre a importância de políticas de diversidade e inclusão nas empresas, especialmente em setores tradicionais, e abriu caminho para que outras profissionais possam expressar sua identidade religiosa no trabalho.
A comissária de bordo da Latam, Gabriela Argolo, celebrou a conquista do direito de usar o hijab durante o trabalho. A decisão, que ocorreu recentemente, foi amplamente apoiada pela empresa e gerou repercussão nas redes sociais sobre diversidade e inclusão.
Em uma publicação no LinkedIn, Gabriela expressou seu orgulho em fazer parte de uma companhia que valoriza a diversidade. “Sou muçulmana e lutei para usar o hijab no meu trabalho. Sinto muito orgulho em fazer parte de uma empresa focada na diversidade”, afirmou. A postagem recebeu mais de 3 mil reações e centenas de comentários, a maioria elogiando sua determinação e a postura inclusiva da Latam.
Gabriela também reconheceu o suporte dos gestores e da equipe de uniformes da companhia, que ajudaram a adaptar seu uniforme de acordo com as normas da aviação. A colaboradora Daiane Santos comentou: “Estou muito feliz de ter feito parte do planejamento em busca do seu uniforme, continue contando conosco sempre”.
Importância da Inclusão
O caso de Gabriela Argolo levantou um debate nas redes sociais sobre a importância de políticas de diversidade nas empresas, especialmente em setores tradicionais como a aviação. Sua conquista não apenas representa um avanço pessoal, mas também abre caminho para que outras profissionais exerçam sua identidade religiosa de maneira respeitosa no ambiente corporativo.
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