Mais de um quarto dos cristãos americanos acredita que a astrologia influencia o destino humano, segundo um estudo do Pew Research Center. A pesquisa, realizada no outono de 2024, entrevistou 9.593 adultos nos EUA e revelou que cerca de 30% deles consultam astrologia, horóscopos ou videntes pelo menos uma vez por ano, embora a maioria faça isso por diversão e não para tomar decisões importantes. Aproximadamente 27% dos americanos religiosos acreditam na astrologia, um número semelhante ao de não religiosos. Protestantes negros e católicos hispânicos tendem a acreditar mais na astrologia do que evangélicos brancos. O ministério de apologética cristã Got Questions considera essa crença equivocada, citando passagens bíblicas que proíbem a astrologia. Apesar dos alertas sobre os riscos do sincretismo religioso, um estudo recente sugere que muitos americanos estão abandonando a religião organizada em busca de uma espiritualidade mais personalizada, misturando diferentes tradições religiosas. Os pesquisadores notaram que os jovens estão se afastando de instituições religiosas formais em favor de expressões mais dinâmicas e pessoais de fé.
Mais de um quarto dos cristãos americanos acredita na influência da astrologia, apesar das proibições bíblicas. Um estudo do Pew Research Center, realizado no outono de dois mil e vinte e quatro, revelou que cerca de 27% dos americanos religiosos acreditam que os astros afetam o destino humano. A pesquisa entrevistou uma amostra representativa de 9.593 adultos nos Estados Unidos.
Aproximadamente 30% dos adultos afirmaram consultar práticas esotéricas, como horóscopos e videntes, pelo menos uma vez ao ano. A maioria dos entrevistados declarou que essas consultas são feitas por diversão, e poucos baseiam decisões importantes em tais práticas. A crença na astrologia é semelhante entre religiosos e não religiosos, com 28% dos não religiosos também acreditando na prática.
Diferenças entre grupos religiosos
Os dados mostram que protestantes negros e católicos hispânicos são mais propensos a acreditar na astrologia em comparação com evangélicos brancos. Cerca de um terço dos protestantes negros e católicos hispânicos compartilham essa crença, assim como aqueles que se identificam como “nada em particular”. Em contrapartida, evangélicos brancos, ateus, judeus americanos e agnósticos demonstram menor propensão a acreditar na astrologia.
O ministério de apologética cristã Got Questions considera essa crença uma “crença falsa”. O ministério cita passagens bíblicas que proíbem a astrologia, como Deuteronômio 18:10-14, e menciona que a adoração às estrelas levou ao julgamento divino em várias ocasiões na história de Israel.
A busca por espiritualidade personalizada
Estudos recentes, como “Breaking Free of the Iron Cage: The Individualization of American Religion”, indicam que um número crescente de americanos está abandonando a religião organizada em busca de uma espiritualidade mais personalizada. Pesquisadores acompanharam 1.348 indivíduos nascidos no final da década de mil novecentos e oitenta, analisando como jovens adultos conciliam a religião institucional com a busca por autenticidade pessoal.
Os pesquisadores afirmam que as pessoas estão se libertando de estruturas religiosas tradicionais em favor de expressões mais dinâmicas e sincréticas. Essa mudança reflete uma tendência de rejeição às construções religiosas sistematizadas, em busca de uma espiritualidade que integre diferentes tradições.
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