- Brent Leatherwood renunciou ao cargo de presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul após quase quatro anos.
- A saída foi aceita na quinta-feira, e Miles Mullin, vice-presidente, assumiu como presidente interino.
- A comissão reafirmou sua posição contrária à abolição, em meio a críticas internas por uma abordagem moderada em temas como aborto e imigração.
- Durante sua gestão, Leatherwood enfrentou desafios de membros que desejavam uma postura mais rígida em questões sociais.
- A comissão já havia passado por uma situação embaraçosa no ano passado, quando um anúncio de demissão de Leatherwood foi retractado após uma controvérsia envolvendo um elogio ao ex-presidente Joe Biden.
Brent Leatherwood, presidente da Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul, renunciou após quase quatro anos à frente da entidade. A saída foi aceita na quinta-feira, e o vice-presidente Miles Mullin assumiu como presidente interino. A comissão reafirmou sua posição contrária à abolição, em meio a críticas internas por sua abordagem moderada em temas como aborto e imigração.
Durante sua gestão, Leatherwood enfrentou desafios significativos, especialmente de membros que desejavam uma postura mais rígida em questões sociais. A comissão, que defende uma visão conservadora, tem se posicionado contra o aborto e os direitos transgêneros, além de apoiar uma forte aliança com Israel e uma ampla interpretação da liberdade religiosa.
Em uma declaração, Leatherwood destacou a importância de equilibrar convicções e compaixão, afirmando que sua abordagem buscou honrar a dignidade de cada indivíduo. Scott Foshie, presidente dos curadores da comissão, elogiou Leatherwood por sua coragem em um ambiente cultural polarizado.
A decisão de manter a comissão foi ratificada por representantes da Convenção Batista do Sul em uma votação durante a reunião anual em junho, o que demonstrou um voto de confiança em sua continuidade. A comissão já havia enfrentado uma situação embaraçosa no ano passado, quando um anúncio de demissão de Leatherwood foi retractado após uma controvérsia envolvendo um elogio ao ex-presidente Joe Biden.
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