- Nicki Minaj afirmou ter voltado à fé durante a convenção AmericaFest da Turning Point USA, em Phoenix, ligada à perseguição de cristãos na Nigéria.
- A rapper destacou que foi batizada aos 13 anos e que a fé a acompanha desde a infância, mesmo com os desafios da carreira musical para manter a prática religiosa.
- Ela incentivou jovens a confiarem em Deus, dizendo que Ele está disponível de imediato e que é possível conversar com Ele a qualquer momento.
- Minaj ressaltou a liberdade de culto nos Estados Unidos, mencionou possuir um pastor nigeriano e emocionou-se ao comentar sua atuação nas redes sociais diante de ataques a cristãos na Nigéria.
- Em painel na ONU, em parceria com o embaixador Mike Waltz, ela denunciou violações de direitos humanos na Nigéria e pediu defesa dos cristãos perseguidos.
Nicki Minaj afirmou ter retornado à fé e destacou a perseguição a cristãos na Nigéria durante a convenção Turning Point USA em Phoenix, nos EUA. A artista disse ter buscado a Deus após ver o aumento da violência religiosa no país africano e incentivou jovens a manterem a fé, especialmente em momentos de dificuldade.
A rapper relembrou sua trajetória espiritual desde a infância em Trinidad, onde era levada pela avó para rezar. Batizada aos 13 anos, ela reconhece que a carreira musical trouxe desafios para manter a prática religiosa. Ela relatou ter retomado a frequência à igreja na adolescência e afirmou sentir que Deus a esperava de volta.
Minaj explicou que, nos últimos anos, a agenda movimentada dificultou a convivência com a fé. Segundo ela, voltou a orar e a buscar orientação divina, descrevendo a experiência como um reencontro com Deus, que a recebeu de forma imediata.
Ela destacou a importância da liberdade de culto nos Estados Unidos e disse morar com amor pela Nigéria, país onde mantém ligação com um pastor local. A artista mencionou ter se posicionado publicamente diante de ataques a cristãos na Nigéria, reconhecendo a pressão de redes sociais para não se calar.
Em participação durante o painel da missão dos EUA junto à ONU, Minaj chamou atenção para a violação de direitos humanos na Nigéria. Ela afirmou ter se juntado ao embaixador Mike Waltz para denunciar o assédio contra cristãos naquele país.
Durante o evento, ela descreveu o cenário enfrentado por famílias cristãs na Nigéria, com expulsões, ataques a igrejas e ataques a comunidades por motivos religiosos. Minaj enfatizou a necessidade de defesa dos cristãos, em defesa de sua fé em qualquer parte do mundo.
A artista reforçou a mensagem de resistência diante de ataques religiosos, afirmando, em redes sociais, que comunidades cristãs não devem ser silenciadas. Ela pediu conscientização global sobre o que chamou de violência religiosa na Nigéria e defendeu ações para proteger os fiéis.
Entre na conversa da comunidade