O Comitê Olímpico do Brasil (COB) passou por uma mudança significativa em sua liderança. Nesta quarta-feira, Marco La Porta e Yane Marques assumiram os cargos de presidente e vice-presidente, respectivamente, após vencerem as eleições de outubro de 2024. Esta é a primeira vez que uma chapa da oposição conquista a presidência do COB. A nova […]
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) passou por uma mudança significativa em sua liderança. Nesta quarta-feira, Marco La Porta e Yane Marques assumiram os cargos de presidente e vice-presidente, respectivamente, após vencerem as eleições de outubro de 2024. Esta é a primeira vez que uma chapa da oposição conquista a presidência do COB. A nova gestão iniciou a transição com a administração anterior de Paulo Wanderley no dia 6 de novembro.
Um grande evento está programado para o final deste mês, onde será apresentado o novo organograma do COB, incluindo a nomeação de Emanuel Rego como diretor-geral, que ainda precisa da aprovação do Conselho de Administração. La Porta destacou que as metas para os primeiros 100 dias incluem a reestruturação da entidade, com a criação de novas diretorias e a definição clara de um caminho a ser seguido até abril ou maio.
Entre as prioridades da nova gestão, La Porta enfatizou a necessidade de revisar a distribuição de recursos, que ele considera pouco transparente. Ele afirmou que as confederações devem ter clareza sobre os recursos disponíveis para planejamento. O presidente também mencionou a intenção de unir o alto rendimento ao desenvolvimento, visando aumentar o número de medalhas conquistadas pelo Brasil, que atualmente é de 21.
Yane Marques, a primeira mulher a ocupar o cargo de vice-presidente do COB, ressaltou que a nova gestão será colaborativa e não tomará decisões isoladamente. Ela mencionou que o plano de gestão foi moldado a partir de escutas realizadas em todo o país, refletindo um compromisso com a participação e a transparência nas decisões da entidade.
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