Elena Congost, atleta de Vic, Barcelona, conquistou a medalha de bronze no maratón T12 dos Jogos Paralímpicos de Paris, mas foi desclassificada por soltar a corda que a unia à sua guia, Mia Carol, durante a prova. Apesar de ter terminado em terceiro lugar, com uma vantagem de três minutos sobre a quarta colocada, a desclassificação ocorreu após um protesto da atleta japonesa Misato Michishita. A situação gerou indignação e apoio mundial, destacando o espírito de solidariedade que prevaleceu no momento.
Atualmente, Congost está processando o Comitê Paralímpico Internacional (CPI) para reivindicar sua medalha, alegando que sua ação foi uma assistência a uma pessoa em perigo, e não uma tentativa de fraude. Para isso, contratou o advogado Jean Louis Dupont, conhecido por seu trabalho no caso Bosman. Enquanto isso, o Comitê Paralímpico Espanhol (CPE) concedeu a ela uma bolsa mensal de R$ 2.050,00, equivalente ao valor que receberia pela medalha.
A atleta se prepara para a meia maratona de Ibiza, onde será guiada pelo organizador da prova, Dani Becerra. Para a temporada, Congost contará com um novo guia, Roger Sans, que substituirá Mia Carol. A mudança já havia sido planejada anteriormente e não está relacionada ao incidente em Paris. Congost expressou sua determinação em continuar competindo e superando suas marcas pessoais, com foco nos Jogos de Los Angeles em 2028.
Congost, que tem deficiência visual desde o nascimento, mencionou que a experiência em Paris trouxe visibilidade para sua trajetória e os valores do esporte, como equidade e fraternidade. Ela lamenta não ter conseguido quebrar a barreira das três horas no maratón, mas se mostra otimista em relação ao futuro e ao seu desempenho nas próximas competições.
Elena Congost, atleta de Vic, Barcelona, conquistou a medalha de bronze no maratón T12 dos Jogos Paralímpicos de Paris, mas foi desclassificada por soltar a corda que a unia à sua guia, Mia Carol, durante a prova. Congost terminou a corrida em terceiro lugar, com uma vantagem de três minutos sobre a quarta colocada, mas a desclassificação ocorreu após uma protesto da atleta japonesa Misato Michishita, que ficou em quarto lugar. A situação gerou indignação e apoio ao redor do mundo, destacando o espírito de solidariedade que prevaleceu no momento.
Atualmente, Congost está processando o Comitê Paralímpico Internacional (CPI) para reivindicar sua medalha, alegando que sua ação foi uma assistência a uma pessoa em perigo, e não uma tentativa de fraude. Para isso, contratou o advogado Jean Louis Dupont, conhecido por seu trabalho no caso Bosman, que revolucionou o futebol. Enquanto isso, o Comitê Paralímpico Espanhol (CPE) concedeu a ela uma bolsa mensal de R$ 2.050,00, equivalente ao valor que receberia pela medalha.
A atleta se prepara para a meia maratona de Ibiza, onde será guiada pelo organizador da prova, Dani Becerra. Para a temporada, Congost contará com um novo guia, Roger Sans, que substituirá Mia Carol. A mudança não está relacionada ao incidente em Paris, mas já havia sido planejada anteriormente. Congost expressou sua determinação em continuar competindo e superando suas marcas pessoais, destacando que seu foco está em se preparar para os Jogos de Los Angeles em 2028.
Congost, que tem deficiência visual desde o nascimento, mencionou que a experiência em Paris trouxe visibilidade para sua trajetória e valores do esporte, como equidade e fraternidade. Ela lamenta não ter conseguido quebrar a barreira das três horas no maratón, mas se mostra otimista em relação ao futuro e ao seu desempenho nas próximas competições.
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